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A despeito de vazamentos, Anglo American espera licença em 2019

Com vazamento, parada de 90 dias afetará a produção esperada de volume entre 13 milhões e 15 milhões de toneladas de minério de ferro será afetada

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Anglo American: empresa informou que realizará uma investigação e que, por isso, parará por cerca de 90 dias seu projeto de minério de ferro Minas-Rio (Divulgação/Anglo American/Divulgação)

Anglo American: empresa informou que realizará uma investigação e que, por isso, parará por cerca de 90 dias seu projeto de minério de ferro Minas-Rio (Divulgação/Anglo American/Divulgação)

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Fernanda Guimarães, do Estadão Conteúdo

Publicado em 3 de abril de 2018 às, 18h12.

São Paulo - A despeito dos vazamentos do mineroduto, a Anglo American espera obter no início do próximo ano a licença operacional da fase 3 do projeto Minas-Rio, disse há pouco o presidente da mineradora no Brasil, Rubens Fernandes, em apresentação no Fórum Anual do Bradesco BBI.

Segundo ele, não são esperados atrasos apesar dos incidentes. "O mineroduto é a opção mais segura e competitiva do mercado", disse o executivo. Segundo ele, essa forma de transporte do minério permite rápida mitigação de eventuais danos ambientais, o que, segundo ele, ocorreu nos incidentes recentes, segundo ele.

Hoje, a Anglo American informou que realizará uma investigação e que, por isso, parará por cerca de 90 dias seu projeto de minério de ferro Minas-Rio. Com isso, a produção esperada para o ano será afetada. A expectativa era de um volume entre 13 milhões e 15 milhões de toneladas de minério de ferro para este ano, sendo uma produção mensal de um pouco mais de um milhão de toneladas. "Iremos testar toda a linha e trocar as tubulações que possam ter riscos", disse.

O executivo afirmou que o projeto é "extremamente produtivo", com matéria-prima de qualidade diferenciada e com a empresa com recursos para levar em frente o projeto. O executivo diz que a empresa caminha para ir para a fase 3 do projeto, que com a obtenção das licenças, permitirá uma capacidade de produção de 26 milhões de toneladas anuais, que podem ir para 30 milhões de toneladas.

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