UE amplia funções de operação naval na Líbia

A operação "Sophia" foi iniciada há um ano para lutar contra as redes de traficantes de seres humanos no Mediterrâneo central

Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia (UE) concordaram nesta segunda-feira em ampliar as funções de sua operação naval na costa da Líbia, que poderá, a partir de agora, formar a Guarda Costeira líbia e lutar contra o tráfico de armas naquele país.

A operação "Sophia" foi iniciada há um ano para lutar contra as redes de traficantes de seres humanos no Mediterrâneo central, mas a ONU aprovou na semana passada que também assumisse a responsabilidade de vigiar em alto-mar o cumprimento do embargo de armas imposto à Líbia em 2011.

A operação naval foi decidida pelos dirigentes europeus na primavera de 2015 após um trágico naufrágio na costa da Líbia que matou 850 migrantes que desejavam chegar à Itália.

A medida foi prorrogada até 27 de julho de 2017, informou o Conselho da UE, que representa os 28 países membros, em um comunicado.

A Sophia ajudou a salvar no último ano quase 16.000 migrantes e resultou na detenção de quase 70 traficantes.

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