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Trump expande lista de restrições de imigração para mais 5 países

Proclamação visa aumentar segurança nacional e restringir imigração de países com alto risco de segurança

Publicado em 17 de dezembro de 2025 às 07h10.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na terça-feira, 16, uma nova proclamação que amplia as restrições de imigração no país. A medida proíbe a entrada de cidadãos de cinco países adicionais, elevando o total para 17 nações com restrições totais. Além disso, outras 15 nações tiveram suas restrições parciais intensificadas. O objetivo, segundo Trump, é "fortalecer a segurança nacional" e proteger os cidadãos norte-americanos, com foco em países que são considerados de "alto risco".

As novas restrições se somam às já impostas em agosto, incluindo a proibição de entrada de cidadãos de países como Afeganistão, Irã e Somália. Além disso, dois países anteriormente com restrições parciais, Laos e Serra Leoa, agora enfrentam proibição total. Trump também adicionou outros países à lista de restrições parciais, incluindo Angola, Nigéria e Zâmbia, alegando falhas na verificação de vistos e a presença de grupos terroristas em algumas dessas nações.

Justificativa para as novas restrições

De acordo com o governo, a falta de capacidade dessas nações de realizar verificações rigorosas sobre seus imigrantes foi um fator decisivo para a imposição das restrições. Trump afirmou que a medida visa proteger os Estados Unidos de possíveis ameaças, incluindo ataques terroristas, crimes de ódio e abusos das leis de imigração. A medida também se estende aos indivíduos com documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestina, devido à presença de grupos terroristas na Cisjordânia e Gaza.

Aumento da vigilância e impacto no processo de imigração

Além das novas restrições, o governo também suspendeu os pedidos de imigração de cidadãos de países considerados ameaças à segurança dos Estados Unidos, afetando processos como pedidos de green card, asilo e cidadania. A medida reflete uma intensificação das políticas de imigração do governo Trump, que já havia adotado políticas mais rigorosas desde o início de seu mandato, como a detenção e deportação de imigrantes ilegais.

A medida foi adotada em resposta ao recente ataque em Washington, onde um militar da Guarda Nacional foi morto e outro ferido por um atirador que foi identificado como Rahmanullah Lakanwal, um imigrante afegão em situação irregular.

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