Mundo

Tremor de 5,4 graus atinge partes do México

Tremor, de acordo com os primeiros dados, aconteceu às 7h30 locais (9h30 de Brasília) e teve seu epicentro perto da cidade de Pinotepa Nacional, no estado de Oaxaca


	Autoridades confirmaram que este tremor é uma réplica do registrado no último dia 20 de março, com uma magnitude de 7,4 graus na escala Richter, que causou duas mortes e uma dúzia de feridos
 (Kevin C. Cox/Getty Images/Getty Images)

Autoridades confirmaram que este tremor é uma réplica do registrado no último dia 20 de março, com uma magnitude de 7,4 graus na escala Richter, que causou duas mortes e uma dúzia de feridos (Kevin C. Cox/Getty Images/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de setembro de 2012 às 12h13.

Cidade do México - Um movimento sísmico com uma magnitude de 5,4 graus na escala Richter, segundo dados preliminares, e com epicentro no sul do México, sacudiu neste sábado várias áreas do país, sem que ainda haja notícias sobre vítimas ou danos materiais graves, informou o Serviço Sismológico Nacional do México (SSN).

O tremor, de acordo com os primeiros dados, aconteceu às 7h30 locais (9h30 de Brasília) e teve seu epicentro perto da cidade de Pinotepa Nacional, no estado de Oaxaca, detalhou o SSN em sua conta no Twitter.

O sismo foi sentido também na Cidade do México, cujo chefe de governo, Marcelo Ebrard, em uma primeira mensagem no Twitter disse que após uma primeira revisão não tinha havido uma 'afetação grave' na capital.

A autoridades confirmaram que este tremor é uma réplica do registrado no último dia 20 de março, com uma magnitude de 7,4 graus na escala Richter, que causou duas mortes e uma dúzia de feridos.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaDesastres naturaisTerremotosMéxico

Mais de Mundo

Memorando de entendimento com EUA 'nunca esteve tão próximo', diz Irã

EUA dizem que podem assinar acordo com Irã nos 'próximos dias'

Equador corta impostos e reduz preço da cerveja para apoiar seleção na Copa do Mundo

Surto de Ebola se espalha pelo Congo e tem 'escala muito maior', diz OMS