Mundo

Slogan "EUA em primeiro" de Trump é inviável, diz Alemanha

Para o ministro alemão, a questão principal é como este lema será aplicado aos compromissos dos Estados Unidos em termos de política externa


	Trump: para o ministro alemão, a questão principal é como este lema será aplicado aos compromissos dos Estados Unidos em termos de política externa
 (REUTERS/Rick Wilking)

Trump: para o ministro alemão, a questão principal é como este lema será aplicado aos compromissos dos Estados Unidos em termos de política externa (REUTERS/Rick Wilking)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de abril de 2016 às 13h27.

O ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, afirmou que o lema de política externa "Estados Unidos primeiro", do pré-candidato republicano favorito nas eleições americanas, Donald Trump, é inviável em um mundo globalizado.

Para Steinmeier, a questão principal é como este lema será aplicado aos compromissos dos Estados Unidos em termos de política externa.

"A arquitetura da segurança nacional não pode ser organizada de maneira unilateral", indicou.

Trump afirmou na quarta-feira que o lema central de sua política externa, caso seja eleito para a Casa Branca, será colocar os interesses dos Estados Unidos à frente de qualquer outra consideração.

"Minha política externa colocará sempre os interesses americanos e a segurança americana na frente de qualquer outra coisa. 'Os Estados Unidos primeiro' será o tema principal da minha administração", afirmou Trump durante um discurso em Washington para delinear sua política externa.

Este foi seu primeiro pronunciamento exclusivamente dedicado a apresentar sua visão e doutrina sobre o papel dos EUA no mundo.

Acompanhe tudo sobre:CelebridadesPaíses ricosEstados Unidos (EUA)EuropaEmpresáriosAlemanhaDonald TrumpEleições americanas

Mais de Mundo

O inusitado bairro dos EUA onde carros são proibidos

'PIB fantasma' é efeito que já está ocorrendo, diz professor do Insper

Empresa distribui US$ 26 milhões em dinheiro vivo para funcionários na China; veja vídeo

EUA oferecem recompensa de US$ 10 milhões por prisão dos chefes de cartel