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Senado dos EUA aprova novas sanções contra Venezuela

As medidas são destinadas a fomentar a defesa dos direitos humanos no país sul-americano, segundo o Legislativo do país

Nicolás Maduro: a iniciativa pede o congelamento de ativos e a rejeição da concessão de vistos (Miraflores Palace/Handout via Reuters)
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Da Redação

Publicado em 9 de dezembro de 2014 às 05h45.

Washington - O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira a imposição de novas sanções contra o governo da Venezuela , do presidente Nicolás Maduro, destinadas a fomentar a defesa dos direitos humanos no país sul-americano, informaram fontes legislativas.

A iniciativa legal pede o congelamento de ativos e a rejeição da concessão de vistos para pessoas ligadas ao Executivo da Venezuela.

Para o democrata Bob Menéndez, um dos responsáveis pelo projeto de lei junto com o republicano Marco Rubio, o Senado envia "uma mensagem clara e inequívoca" ao governo do país sul-americano.

O senador mencionou os casos dos líderes opositores Leopoldo López e María Corina Machado, que estão sendo processados pela Justiça venezuelana, "eles se transformaram no alvo das campanhas selvagens dirigidas pelo governo que quer silenciá-los, porque defendem a democracia e o Estado de direito", disse.

O governo dos EUA se mostrou reticente à imposição de sanções contra o regime do presidente Nicolás Maduro, apesar dos pedidos do Congresso para uma ação do Executivo por causa da repressão às manifestações da oposição no início deste ano.

Nos últimos dias, fontes do governo disseram que o governo Obama estava disposto a trabalhar com o Congresso para a possível ampliação das sanções contra o Executivo da Venezuela, sempre que sejam "individuais e não setorizadas" e não ameacem punir o povo venezuelano.

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A iniciativa legal pede o congelamento de ativos e a rejeição da concessão de vistos para pessoas ligadas ao Executivo da Venezuela.

Para o democrata Bob Menéndez, um dos responsáveis pelo projeto de lei junto com o republicano Marco Rubio, o Senado envia "uma mensagem clara e inequívoca" ao governo do país sul-americano.

O senador mencionou os casos dos líderes opositores Leopoldo López e María Corina Machado, que estão sendo processados pela Justiça venezuelana, "eles se transformaram no alvo das campanhas selvagens dirigidas pelo governo que quer silenciá-los, porque defendem a democracia e o Estado de direito", disse.

O governo dos EUA se mostrou reticente à imposição de sanções contra o regime do presidente Nicolás Maduro, apesar dos pedidos do Congresso para uma ação do Executivo por causa da repressão às manifestações da oposição no início deste ano.

Nos últimos dias, fontes do governo disseram que o governo Obama estava disposto a trabalhar com o Congresso para a possível ampliação das sanções contra o Executivo da Venezuela, sempre que sejam "individuais e não setorizadas" e não ameacem punir o povo venezuelano.

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