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Rússia condena atentados que buscam acabar com negociações

O Ministério afirma que Moscou "condena energicamente os ataques desumanos dos terroristas" e oferece suas condolências aos familiares das vítimas


	Homs: a Rússia também pediu "uma reação apropriada e de princípios por parte da comunidade internacional"
 (SANA / Reuters)

Homs: a Rússia também pediu "uma reação apropriada e de princípios por parte da comunidade internacional" (SANA / Reuters)

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Da Redação

Publicado em 22 de fevereiro de 2016 às 09h07.

Moscou - A Rússia condenou nesta segunda-feira os últimos atentados ocorridos no domingo em Damasco e Homs e afirmou que o Estado Islâmico e grupos afins querem intimidar a população e minar qualquer tentativa de solução política ao conflito.

"Estes cruéis crimes dos extremistas tentam intimidar a população civil e minar as tentativas de conseguir uma regulação política durável da crise da Síria que é do interesse de todos os sírios e de colocar fim ao derramamento de sangue", afirmou o Ministério das Relações Exteriores russo.

"É importante pôr uma barreira sólida no caminho das tentativas do EI, da Frente al Nusra e de outros grupos terroristas para aumentar a tensão na Síria e em torno deste país instigando ainda mais a luta ecumênico", acrescenta a nota.

O Ministério afirma que Moscou "condena energicamente os ataques desumanos dos terroristas" e oferece suas condolências aos familiares das vítimas.

Também pede "uma reação apropriada e de princípios por parte da comunidade internacional".

Segundo os últimos dados divulgados hoje pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos, o número de mortos nos atentados de ontem em zonas de maioria xiita de Damasco e a cidade central síria de Homs chegou a 155 pessoas, das que 99 eram civis.

A imprensa oficial síria também elevou a apuração de vítimas nesta cadeia de atentados até 83 pessoas mortas e 178 feridas, no sul de Damasco, e 30 mortas em Homs.

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