Mundo

Rebeldes sírios usaram armas químicas, diz Irã

O Irã disse neste sábado que há "provas" de que os rebeldes sírios utilizaram armas químicas no conflito com o regime de Bashar al-Assad


	Armas químicas: o Irã também advertiu contra qualquer intervenção militar ocidental no conflito que já dura 29 meses, após os EUA sugerirem que estão considerando essa possibilidade
 (REUTERS/Bassam Khabieh)

Armas químicas: o Irã também advertiu contra qualquer intervenção militar ocidental no conflito que já dura 29 meses, após os EUA sugerirem que estão considerando essa possibilidade (REUTERS/Bassam Khabieh)

DR

Da Redação

Publicado em 24 de agosto de 2013 às 10h44.

Teerã - O Irã, principal aliado regional do governo da Síria, disse neste sábado que há "provas" de que os rebeldes sírios utilizaram armas químicas no conflito com o regime do presidente Bashar Assad.

"Estamos muito preocupados com informações sobre o uso de armas químicas na Síria, e nós condenamos fortemente o uso de tais armas", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, citado pela agência de notícias ISNA.

"Há provas de que grupos terroristas realizaram essa ação", disse Araqchi, em referência aos ataques de quarta-feira na região de Damasco, sem dar detalhes.

O Irã também advertiu contra qualquer intervenção militar ocidental no conflito que já dura 29 meses, após os EUA sugerirem que estão considerando essa possibilidade.

O presidente dos EUA, Barack Obama, convocou uma reunião na Casa Branca para a manhã deste sábado justamente para discutir os próximos passos envolvendo a questão do uso de armas químicas na Síria.

Os EUA também moveram navios para a região. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosÁsiaSíriaBashar al-AssadIrã - País

Mais de Mundo

Canadá reduz cota para veículos elétricos chineses após encontro em Pequim

China cria sistema digital para rastrear reciclagem de baterias de veículos elétricos

Trump elogia Corina e promete manter contato com opositora venezuelana

Governo dos EUA alerta companhias áreas sobre atividades militares na América Latina