Mundo

Putin perdeu confiança em laço com EUA diante de crise

Confiança entre Rússia e Estados Unidos foi quebrada diante da crise na Ucrânia, segundo Putin


	O presidente da Rússia, Vladimir Putin: "até certo ponto a confiança foi perdida, mas nós não consideramos que devemos ser responsabilizados"
 (Mikhail Klimetyev/RIA Novosti/Kremlin/Reuters)

O presidente da Rússia, Vladimir Putin: "até certo ponto a confiança foi perdida, mas nós não consideramos que devemos ser responsabilizados" (Mikhail Klimetyev/RIA Novosti/Kremlin/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de abril de 2014 às 09h59.

Priorizar nos meus resultados Google

Moscou - O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quinta-feira que a confiança entre Rússia e Estados Unidos foi quebrada diante da crise na Ucrânia, mas garantiu que pretende restaurar a cooperação entre ambos países.

Para isso, Putin afirmou que os Estados Unidos devem respeitar os interesses dos outros e a lei internacional.

"Até certo ponto a confiança foi perdida, mas nós não consideramos que devemos ser responsabilizados", disse Putin em um programa de TV em que respondeu perguntas.

"Os Estados Unidos podem agir na Iugoslávia, Iraque, Afeganistão e Líbia, mas a Rússia não pode defender seus interesses", disse.

Putin afirmou, no entanto, que o país tem interesse em ampliar os laços com os Estados Unidos.

"Eu quero ressaltar mais uma vez, que a Rússia está interessada em expandir as relações com os Estados Unidos e fará qualquer coisa para garantir que essa confiança seja restaurada", disse.

O presidente russo afirmou ainda que o país não tem intenções de estragar as relações entre Rússia e União Europeia.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosPaíses ricosÁsiaEstados Unidos (EUA)EuropaRússiaVladimir Putin

Mais de Mundo

Geopolítica exige que América Latina coopere em minerais críticos, dizem especialistas

Trump diz que unificação da Irlanda seria 'fantástica' e que vai acontecer eventualmente

Trump diz que acordo comercial entre EUA e Canadá pode sair ‘em breve’

Brasil e China devem transformar descarbonização em estratégia, diz ex-embaixador