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Pistorius não tinha problemas mentais quando matou namorada

A conclusão é dos psiquiatras que durante um mês examinaram o estado mental do desportista paralímpico


	Pistorius: ele era capaz de distinguir o bem do mal no momento do crime
 (IHSAAN HAFFEJEE/AFP)

Pistorius: ele era capaz de distinguir o bem do mal no momento do crime (IHSAAN HAFFEJEE/AFP)

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Da Redação

Publicado em 30 de junho de 2014 às 06h20.

Pretória - O atleta sul-africano Oscar Pistorius "não sofria de nenhum problema ou doença mental" no momento em que matou sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp, concluíram os psiquiatras que durante um mês examinaram o estado mental do desportista paralímpico.

Assim anunciou hoje o promotor da causa aberta contra Pistorius, Gerrie Nel, no reatamento do julgamento ao atleta em Pretória, mais de um mês depois de começar sua avaliação psiquiátrica.

O relatório também estabelece que Pistorius era capaz de distinguir o bem do mal no momento do crime, cometido na madrugada do dia 14 de fevereiro de 2013, quando o atleta confessa haver matado Reeva a tiros através da porta do banheiro de sua casa de Pretória. 

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