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Pimentel atua para cobrir dívidas de campanha do PT

Ele tem ajudado a arrecadar recursos para cobrir o rombo de R$ 27,7 milhões da campanha presidencial petista

Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte: ele cobre o rombo da campanha de Dilma (WIKIMEDIA COMMONS)

Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte: ele cobre o rombo da campanha de Dilma (WIKIMEDIA COMMONS)

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Da Redação

Publicado em 9 de dezembro de 2010 às 09h23.

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Brasília - Convidado para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) aguarda a confirmação de seu nome em plena atividade: ele tem ajudado a arrecadar recursos para cobrir o rombo de R$ 27,7 milhões da campanha presidencial petista - missão coordenada pelo tesoureiro do partido, José de Filippi.

Por essa e por outras tarefas, o ex-prefeito cumpre uma “agenda parlamentar” em Brasília, onde tem ficado entre terças e quintas-feiras. Os amigos ressaltam que sua relação com a presidente “é estreita” e que não se cogita que ele não seja contemplado com um ministério.

Por temperamento, Pimentel tem uma atuação discreta - “mas se tem um ‘porquinho’ que Dilma mais ouve, é ele”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo um de seus amigos mais próximos, numa referência aos auxiliares diretos da presidente eleita.

Companheiro de juventude de Dilma - os dois estudaram no colégio estadual Milton Campos, conhecido como Estadual Central, em Belo Horizonte, e militaram em organizações de esquerda -, Pimentel se afastou da linha de frente da campanha nacional após ser vinculado à montagem de um grupo de inteligência suspeito de produzir dossiês contra tucanos.

Ele sempre negou a acusação, mas sua queda foi atribuída ao “fogo amigo” da fase pré-campanha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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