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Obama reúne-se com empresários e sindicalistas

Presidente americano irá se se reunir para evitar um grande aumento de impostos e profundos cortes de gastos


	Reeleito, o presidente enfrenta o desafio imediato de impedir o chamado "abismo fiscal"
 (Jonathan Ernst/Reuters)

Reeleito, o presidente enfrenta o desafio imediato de impedir o chamado "abismo fiscal" (Jonathan Ernst/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 12 de novembro de 2012 às 08h27.

Washington - O presidente dos EUA, Barack Obama, vai se reunir com lideranças empresariais, sindicalistas e da sociedade civil nesta semana, antes de negociações com representante do Congresso para evitar um grande aumento de impostos e profundos cortes de gastos que estão na mira neste fim de ano, afirmou uma autoridade da Casa Branca na noite de domingo.

Obama quer encontrar "uma solução equilibrada para os nossos desafios do déficit" e um jeito de fazer com que a economia avance, disse a autoridade.

Reeleito na semana passada para assumir um segundo mandato de quatro anos, o presidente enfrenta o desafio imediato de impedir o chamado "abismo fiscal", uma combinação de cortes dos gastos do governo e aumento de impostos que devem ser implementados no início de 2013 e podem reduzir o déficit orçamentário, mas também colocar a economia de volta em recessão.

Obama agendou uma reunião com líderes democratas e republicanos da Câmara e do Senado na sexta-feira para começar as negociações.

O presidente vai se reunir com líderes sindicais e outras lideranças do movimento político progressista na terça-feira, segundo a autoridade. Obama encontrará líderes empresariais na quarta-feira e representantes da sociedade civil na sexta-feira, de acordo com a fonte da Casa Branca.

O presidente e congressistas republicanos fizeram comentários com tom conciliatório desde as eleições sobre chegarem a um acordo para evitar um repentino choque fiscal. Ambos os lados estão em discordância sobre o aumento de impostos para os mais ricos.

Obama insistiu em sua campanha de reeleição que os ricos deveriam pagar mais como parte de um acordo fiscal, e disse que sua vitória nas urnas é um apoio a essa visão.

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