Obama destaca criação de 216 mil trabalhos líquidos nos EUA

Apesar de comemorar a queda do desemprego, o presidente disse que continuará trabalhando até todo americano conseguir um trabalho

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ressaltou nesta sexta-feira como "boas notícias" a criação de 216 mil novos postos de trabalho líquidos em março, mas ressaltou que ainda há muito a ser feito.

Em declarações em uma fábrica de automóveis em Landover, em Maryland, Obama afirmou que estes dados significam que foram criados 1,8 milhão de postos de trabalho no setor privado nos últimos 13 meses e que o índice de desemprego caiu um ponto percentual em quatro meses.

O Departamento de Trabalho informou nesta sexta-feira que a economia dos Estados Unidos criou em março mais empregos que o esperado e o índice de desemprego cedeu em um décimo para 8,8%, o nível mais baixo nos últimos dois anos. Assim, o lucro líquido ficou em 216 mil empregos.

"A última vez que isto ocorreu foi na recuperação econômica de 1984", disse o presidente americano, quem assegurou que a economia mostra "sinais de um crescimento real".

Apesar disso, "ainda temos muito trabalho a fazer", pois "há milhões de americanos que procuram emprego", admitiu.

"Não ficarei satisfeito até que cada americano que procura um bom emprego encontre um, até que cada família possa desfrutar do sonho americano. Para isso lutamos", assegurou o chefe da Casa Branca.

Obama realizou uma visita à fábrica de automóveis para promover suas propostas de segurança energética, que colocou na quarta-feira passada em discurso e que prevê reduzir em um terço as importações de petróleo para 2020, entre outros aspectos.

Entre seus compromissos se encontra o objetivo de conseguir para 2015 um milhão de veículos elétricos nas estradas do país.

As propostas do presidente americano se produzem quando o petróleo alcança níveis recordes em sua cotação perante as incertezas no Oriente Médio e a guerra civil na Líbia.

Em todo o primeiro trimestre, a média do preço do Brent foi de US$ 104,97 por barril, com o que superou o recorde histórico para este período do ano, que era de US$ 96,90 nos três primeiros meses de 2008.

Embora os analistas saibam que a situação é muito diferente, não descartam que o encarecimento dos combustíveis reduza o consumo.

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