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Obama convoca líderes do G7 para analisar crise na Ucrânia

Barack Obama convidou os líderes do Grupo dos Sete a se reunir na próxima semana para analisar a crise na Ucrânia


	Barack Obama: reunião do bloco "estará focada na situação da Ucrânia e em novas medidas que o G7 pode tomar", disse porta-voz
 (Chip Somodevilla/Getty Images)

Barack Obama: reunião do bloco "estará focada na situação da Ucrânia e em novas medidas que o G7 pode tomar", disse porta-voz (Chip Somodevilla/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 18 de março de 2014 às 13h38.

Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, convidou nesta terça-feira os líderes do Grupo dos Sete (G7) a se reunir na próxima semana em Haia (Holanda) para analisar a crise na Ucrânia e os próximos passos a serem dados.

Obama, que iniciará neste domingo uma viagem pela Europa, convocou os membros do G7, formado pela Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e o Reino Unido, a se reunirem paralelamente à Cúpula de Segurança Nuclear programada para ocorrer em Haia, segundo informou a Casa Branca em um comunicado.

A reunião do bloco, que engloba todos os membros do G8 menos a Rússia, "estará focada na situação da Ucrânia e em novas medidas que o G7 pode tomar para responder à evolução dos eventos e apoiar a Ucrânia", detalhou no comunicado a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Caitlin Hayden.

Na semana que vem, entre segunda-feira e terça-feira, mais de cem chefes de Estado e de governo estão em Haia para participar da Cúpula de Segurança Nuclear.

Na nota, a Casa Branca lembrou que os Estados Unidos e os outros membros do G7 já decidiram recentemente suspender os preparativos para a cúpula do G8 prevista marcada para Sochi (Rússia).

A crise continua aumentando e hoje o chefe do Kremlin, Vladimir Putin, e os líderes da Crimeia assinaram um tratado bilateral pelo qual a república autônoma ucraniana se incorpora à Rússia, após o referendo realizado no domingo.

A Ucrânia respondeu imediatamente e seu Ministério das Relações Exteriores declarou que não reconhece a anexação da Crimeia à Federação Russa. 

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