Mundo

Ilha japonesa surgida de erupção cresce e se une a outra

A pequena ilha surgida no oceano Pacífico seguiu crescendo até ter uma extensão de 15 hectares e ficar praticamente grudada à ilha de Nishinoshima


	Ilha de Nishinoshima em 1978: esta é a primeira erupção que acontece junto a Nishinoshima em cerca de 40 anos
 (Tdk/Wikimedia Commons)

Ilha de Nishinoshima em 1978: esta é a primeira erupção que acontece junto a Nishinoshima em cerca de 40 anos (Tdk/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 27 de dezembro de 2013 às 08h49.

Tóquio - A ilha japonesa surgida recentemente cerca de mil quilômetros ao sul de Tóquio devido à forte atividade vulcânica se uniu à vizinha ilha de Nishinoshima, segundo informou a Guarda Costeira japonesa.

Um avião da Guarda confirmou que a pequena ilha surgida no oceano Pacífico seguiu crescendo até ter uma extensão de 15 hectares e ficar praticamente grudada à desabitada ilha vulcânica de Nishinoshima.

Por essa razão, a nova ilha, que tinha sido batizada provisoriamente como Niijima ou Shinto (duas maneiras de dizer Ilha Nova em japonês) e cuja formação foi divulgada pela Guarda Costeira no último dia 21 de novembro, finalmente não receberá um nome.

A nova formação aumentou até em oito vezes de tamanho desde que surgiu por causa das erupções vulcânicas e calcula-se que a altura que já alcançou a cratera, que segue ativa, é de 50 metros sobre o nível do mar.

Além disso, os especialistas não descartam que a ilha siga se expandindo ainda mais.

Nishinoshima se encontra a 130 quilômetros da ilha habitada mais próxima, motivo pelo qual se considera que sua atividade vulcânica não põe nenhuma população em perigo.

Esta é a primeira erupção que acontece junto a Nishinoshima em cerca de 40 anos, depois que esta ilha aumentou seu tamanho entre 1973 e 1974 devido também à intensa atividade vulcânica. 

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaDesastres naturaisJapãoVulcõesOceanos

Mais de Mundo

Secretário dos EUA sugere a cubanos que construam 'nova Cuba' proposta por Trump

Fifa monitora surto de Ebola no Congo antes da Copa do Mundo 2026

Irã ameaça ampliar guerra para além do Oriente Médio após Trump cogitar novos ataques

AIEA alerta para risco de liberação radioativa em ataques a usinas nucleares