Mundo

Merkel, Poroshenko e Biden se reúnem para debater Ucrânia

Objetivo é analisar a crise no leste da Ucrânia e as possibilidades de um nova proposta de paz com a Rússia

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel (c), o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko (e), e o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (d) (REUTERS/Michaela Rehle)

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel (c), o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko (e), e o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (d) (REUTERS/Michaela Rehle)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de fevereiro de 2015 às 11h14.

Munique - A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, e o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reuniram neste sábado em Munique para analisar a crise no leste da Ucrânia e as possibilidades de um nova proposta de paz com a Rússia.

A presidência ucraniana divulgou no Twitter uma foto do encontro, realizado durante a Conferência de Segurança de Munique, fórum que também conta com a presença do ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, e o secretário de Estado dos EUA, John Kerry.

Após a reunião de ontem em Moscou entre Merkel, o presidente da França, François Hollande, e o presidente russo, Vladimir Putin, são realizados encontros informais em Munique, onde Kerry também se reuniu com o ministro das Relações Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier.

Segundo fontes da Otan, o secretário-geral dessa organização, Jens Stoltenberg, se reuniu hoje com Poroshenko para analisar 'o apoio político e prático' à Ucrânia.

Em discurso aos presentes à conferência, Merkel reconheceu que não está garantido o sucesso das negociações com Moscou, mas se mostrou convencida de que o esforço vale a pena e rejeitou o envio de armas a Kiev, como propõem os Estados Unidos. 

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaEuropaRússiaDiplomaciaUcrânia

Mais de Mundo

Ebola mata 2.184 na RDC em surto com 4.665 casos

Irã confirma presença na cúpula dos Brics em setembro

Terremoto de 7,4 na Colômbia deixa 281 mortos; buscas continuam

'Nações Desunidas': por que o próximo líder da ONU herdará entidade fragmentada