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Mais de 50% dos europeus poderão contrair Ômicron em 2 meses, diz OMS

Previsão foi feita com base no ritmo atual de transmissão da nova variante do coronavírus
 (Getty Images/Erlon Silva - TRI Digital)
(Getty Images/Erlon Silva - TRI Digital)
Por AFPPublicado em 11/01/2022 11:44 | Última atualização em 11/01/2022 11:44Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Mais de 50% da população da região Europa da Organização Mundial da Saúde (OMS) terá contraído a variante ômicron do coronavírus nos próximos dois meses, se o ritmo atual de transmissão se mantiver mantida - advertiu a instituição, nesta terça-feira (11).

"Nesse ritmo (...), prevê-se que mais de 50% da população da região terá sido infectada com a variante ômicron nas próximas seis, ou oito, semanas", disse o diretor da região Europa na OMS, Hans Kluge, em entrevista coletiva.

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Kluge destacou que esta variante apresenta várias mutações "capazes de se fixarem mais facilmente nas células humanas" e afetar pessoas que já tiveram covid-19 e estão vacinadas.

A região Europa da OMS é composta por 53 países e vai até a Ásia Central. Nesta área, foram registrados 7 milhões de novos casos de covid-19 na primeira semana de 2022.

Segundo dados da OMS, desde 10 de janeiro, 26 países da região relataram que mais de 1% de sua população foi infectada a cada semana.

Kluge afirmou que essa transmissão "sem precedentes" do vírus se traduz em um aumento nas internações hospitalares, mas não no aumento da mortalidade.

A nova onda de contágios "é um desafio para os sistemas de saúde e para o atendimento de saúde em vários países onde a ômicron se propaga em alta velocidade e ameaça sobrecarregar a situação em outros", lamentou.

"Há uma fração maior de casos assintomáticos, há uma fração menor de pessoas que precisam de internação e as taxas de mortalidade nos hospitais são menores", declarou Kluge, que destacou a eficácia das vacinas já aprovadas.

No entanto, a OMS também observou que atualmente é impossível qualificar o vírus como endêmico como é o caso da gripe.

"Ainda temos um vírus que evolui muito rapidamente e que apresenta novos desafios. Portanto, certamente não estamos a ponto de poder qualificá-lo como endêmico", afirmou a responsável pelas situações de emergência da OMS Europa, Catherine Smallwood.

"Esse vírus nos surpreendeu mais de uma vez", concluiu o diretor regional.

"O principal objetivo a ser alcançado para 2022 é estabilizar a pandemia", ressaltou.