Mundo

Mais de 300 mil empresas chinesas já negociam com países do BRICS

O número cresceu 8,8% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Administração Geral das Alfândegas da China

China2Brazil
China2Brazil

Agência

Publicado em 8 de setembro de 2026 às 18h29.

Priorizar nos meus resultados Google

Mais de 300 mil empresas chinesas realizaram operações de importação ou exportação com os demais países do BRICS em 2025, marca alcançada pela primeira vez. O número cresceu 8,8% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Administração Geral das Alfândegas da China.

No mesmo período, o comércio entre a China e os demais integrantes do grupo chegou a RMB 7,47 trilhões, alta de 3,4% na comparação anual. Esse volume representou 16,4% de todo o comércio exterior chinês em 2025.

Os dados foram apresentados nesta terça-feira (8), durante a 26ª Feira Internacional de Investimento e Comércio da China (CIFIT).

Na ocasião, a alfândega chinesa também divulgou o Índice de Comércio entre a China e os demais países do BRICS, criado para acompanhar a evolução dessas relações comerciais.

O indicador chegou a 334,14 pontos em 2025, crescimento de 32,64 pontos em relação a 2024 e décimo avanço anual consecutivo desde o início da série.

O índice usa 2009 como ano-base e considera quatro dimensões: escala comercial, estrutura do comércio, inovação e potencial de crescimento.

Em 2025, os indicadores dessas quatro áreas ficaram em 295,31 pontos para escala, 188,15 para estrutura, 396,24 para inovação e 456,88 para potencial comercial.

Segundo a Administração Geral das Alfândegas, o índice continuará sendo divulgado regularmente para acompanhar a evolução das trocas entre a China e os demais países do BRICS e servir de referência para empresas e formuladores de políticas comerciais.

Acompanhe tudo sobre:Brics

Mais de Mundo

Como ficam as relações entre Brasil e Argentina após Milei ajudar Flávio em fuga?

Voto em papel, urna eletrônica ou correio? Como os americanos votam?

Trump diz que eleições no Brasil foram 'uma vergonha'

Catar rejeita acusações de interferência nas eleições legislativas de Israel