Mundo

Kirchner e Putin se encontrarão para reforçar aliança

Visita é uma resposta ao convite formalizado por Putin em julho do ano passado em Buenos Aires, quando foram assinados acordos

Putin: visita é uma resposta ao convite formalizado por Putin em julho do ano passado em Buenos Aires, quando foram assinados acordo (Alexander Nemenov/AFP)

Putin: visita é uma resposta ao convite formalizado por Putin em julho do ano passado em Buenos Aires, quando foram assinados acordo (Alexander Nemenov/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de abril de 2015 às 14h55.

Buenos Aires - A presidente argentina, Cristina Kirchner, se reunirá com Vladimir Putin em Moscou nesta quarta-feira e quinta-feira, para reforçar uma aliança estratégica com foco nos acordos comerciais e nucleares firmados em 2014.

A visita é uma resposta ao convite formalizado por Putin em julho do ano passado em Buenos Aires, quando foram assinados acordos comerciais, militares, de comunicações, energia e cooperação nuclear com fins pacíficos.

"O objeto é continuar aprofundando as relações bilaterais no marco de uma associação estratégica que abrange todas as esferas de cooperação argentino-russas", explicou a chancelaria em um comunicado.

Kirchner discursará para empresários dos dois países em uma visita que coincide com a celebração dos 130 anos de relações diplomáticas bilaterais.

"O objetivo da visita é fundamentalmente comercial", afirmou na sexta-feira o chefe de Gabinete, Aníbal Fernández, em coletiva de imprensa.

"A tarefa é de consolidar essa relação e incentivar as possibilidades que possam apresentar novos investimentos. Nosso país é um lugar que atrai os investimentos", disse.

No ano passado, os dois países assinaram acordos nucleares cujos detalhes não foram revelados.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosAmérica LatinaÁsiaEuropaRússiaVladimir PutinArgentinaCristina Kirchner

Mais de Mundo

Maduro recebe enviado de Xi Jinping em meio a tensão com os EUA

Camboja acusa Tailândia de anexar vila na fronteira após trégua

Crise com EUA sobre canal foi superada, diz presidente do Panamá

Quantos anos você teria na Coreia do Sul?