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Karzai pede ao Congresso dos EUA que condene queima do Alcorão

Pastor americano queimou livro sagrado dos muçulmanos e causou revolta

Presidente afegão cobra que congresso americano condene ato de pastor radical (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

Presidente afegão cobra que congresso americano condene ato de pastor radical (Wikimedia Commons/Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 3 de abril de 2011 às 13h29.

Cabul - O presidente afegão, Hamid Karzai, pediu no domingo ao Congresso dos Estados Unidos que os parlamentares condenem a queima do Alcorão por um pastor radical norte-americano e evitem que isso aconteça novamente, afirmou seu gabinete em comunicado.

Karzai fez o pedido durante um encontro com o embaixador norte-americano, Karl Eikenberry, e o general David Petraeus, comandante das forças dos EUA e da Otan no Afeganistão, informou o comunicado.

Eikenberry leu para Karzai a condenação feita anteriormente pelo presidente dos EUA, Barack Obama, à queima do Alcorão, segundo o comunicado, que não incluiu nenhuma reação do líder afegão.

O pastor cristão Terry Jones, que no ano passado havia cancelado planos de queimar o Alcorão, após condenação internacional, supervisionou na semana passada a queima do livro sagrado dos muçulmanos diante de um grupo de 50 pessoas, numa igreja do Estado da Flórida, nos EUA, segundo seu website.CABUL (Reuters) - O presidente afegão, Hamid Karzai, pediu no domingo ao Congresso dos Estados Unidos que os parlamentares condenem a queima do Alcorão por um pastor radical norte-americano e evitem que isso aconteça novamente, afirmou seu gabinete em comunicado.

Karzai fez o pedido durante um encontro com o embaixador norte-americano, Karl Eikenberry, e o general David Petraeus, comandante das forças dos EUA e da Otan no Afeganistão, informou o comunicado.

Eikenberry leu para Karzai a condenação feita anteriormente pelo presidente dos EUA, Barack Obama, à queima do Alcorão, segundo o comunicado, que não incluiu nenhuma reação do líder afegão.

O pastor cristão Terry Jones, que no ano passado havia cancelado planos de queimar o Alcorão, após condenação internacional, supervisionou na semana passada a queima do livro sagrado dos muçulmanos diante de um grupo de 50 pessoas, numa igreja do Estado da Flórida, nos EUA, segundo seu website.

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