Mundo

Tepco começará a pagar indenizações em março no Japão

Empresa vai pagar moradores que voluntariamente foram evacuados na época do acidente da usina de Fukushima, em 2011

A empresa também vai pagar 400 mil ienes como compensação de traumas psicológicos para mulheres grávidas e crianças que não deixaram suas residências (AFP)

A empresa também vai pagar 400 mil ienes como compensação de traumas psicológicos para mulheres grávidas e crianças que não deixaram suas residências (AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 22 de agosto de 2013 às 19h52.

Priorizar nos meus resultados Google

Tóquio - A Tokyo Electric Power Co. (Tepco) vai começar a pagar indenizações em março para moradores que, voluntariamente, foram evacuados de suas casas devido ao acidente na usina nuclear de Fukushima Daiichi, informou o jornal Nikkei na sua edição de terça-feira.

A Tepco planeja enviar formulários de solicitação de indenização para cerca de 1,5 milhão de pessoas. O processo terá início do dia 5 de março. A empresa irá liberar mais detalhes sobre o plano na tarde de hoje.

Seguindo orientações governamentais, a Tepco vai pagar 80.000 ienes (US$ 996) para cada desabrigado adulto e 600.000 ienes (US$ 7.467) para despesas de mulheres grávidas e crianças menores de 18 anos que voluntariamente deixaram suas casas. Este último valor está 200.000 ienes acima do estipulado nas orientações (400.000 ienes, ou US$ 4.978).

Em consonância com diretrizes estipuladas pelo governo do Japão, a empresa vai pagar 400.000 ienes como compensação de traumas psicológicos para mulheres grávidas e crianças que não deixaram suas residências após o acidente. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPaíses ricosÁsiaJapãoacidentes-nuclearesUsinas nuclearesIndenizaçõesUsinasFukushimaTepco

Mais de Mundo

Refinaria de Dangote: o projeto de US$ 20 bi que quer mudar o petróleo da Nigéria

Alemanha fragmentada: crise de confiança e disputas políticas desafiam Merz

Trump e Xi: a disputa por quem vai definir o futuro da inteligência artificial

PCC e CV são alvos de sanções do Escudo das Américas a pedido de Trump