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Iraque anuncia reformas para combater Estado Islâmico

O primeiro-ministro iraquiano Haider Al-Abadi anunciou nesta segunda-feira que 24 oficiais do Ministério do Interior irão deixar seus cargos e se aposentar

Estado Islâmico: grupo controla a maior parte da fronteira entre Iraque e Síria (AFP)
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Da Redação

Publicado em 1 de dezembro de 2014 às 18h18.

Bagdá - O primeiro-ministro iraquiano Haider Al-Abadi anunciou nesta segunda-feira que 24 oficiais do Ministério do Interior irão deixar seus cargos e se aposentar.

A medida faz parte do esforço para reestruturar o aparato de segurança do país, que enfrenta uma séria ameaça vinda do grupo extremista Estado Islâmico .

O anúncio de Al-Abadi veio após a notícia de que radicais sunitas atacaram um posto de controle na fronteira entre a Síria e o Iraque , matando ao menos quinze policiais.

O grupo controla a maior parte da fronteira entre os dois países, assim como cerca de terço do território de cada um deles.

Al-Abadi, que se tornou primeiro-ministro em setembro, já forçou a aposentadoria de outros oficiais pela mesma razão.

Muitos creditam a baixa performance das forças armadas ao antecessor de Al-Abadi no cargo, Nouri al-Maliki, que chegou ao poder em 2010.

Uma vez lá, ele teria trocado oficiais de alta patente por aliados políticos inexperientes ou incompetentes.

A situação crítica das forças armadas iraquianas ficou visível em junho, quando o Estado Islâmico tomou a segunda maior cidade do país, Mosul.

Depois de meses de desgaste por conta de pequenos ataques, o exército iraquiano rapidamente sucumbiu ao avanço do extremistas.

Comandantes desapareceram, pedidos de mais munição ficaram sem resposta e, em alguns casos, soldados tiraram a farda e fugiram do combate.

Desde então, os Estados Unidos realizaram diversos ataques aéreos para ajudar as forças iraquianas e curdas no combate aos radicais sunitas. Vitórias importantes, entretanto, têm sido escassas.

Na Síria, o comando central norte-americano afirmou que um ataque aéreo atingiu um alvo associado ao grupo Khorasan, que Washington afirma ser uma célula especial da frente Al-Nusra, organização ligada à Al-Qaeda.

O ataque aconteceu perto da cidade de Alepo, e foi um dos 27 bombardeios aéreos realizados desde sexta-feira.

Os ataques tinham como alvo principal as posições dos extremistas em Kobani e Raqqa, no norte da Síria.

Fonte: Associated Press.

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A medida faz parte do esforço para reestruturar o aparato de segurança do país, que enfrenta uma séria ameaça vinda do grupo extremista Estado Islâmico .

O anúncio de Al-Abadi veio após a notícia de que radicais sunitas atacaram um posto de controle na fronteira entre a Síria e o Iraque , matando ao menos quinze policiais.

O grupo controla a maior parte da fronteira entre os dois países, assim como cerca de terço do território de cada um deles.

Al-Abadi, que se tornou primeiro-ministro em setembro, já forçou a aposentadoria de outros oficiais pela mesma razão.

Muitos creditam a baixa performance das forças armadas ao antecessor de Al-Abadi no cargo, Nouri al-Maliki, que chegou ao poder em 2010.

Uma vez lá, ele teria trocado oficiais de alta patente por aliados políticos inexperientes ou incompetentes.

A situação crítica das forças armadas iraquianas ficou visível em junho, quando o Estado Islâmico tomou a segunda maior cidade do país, Mosul.

Depois de meses de desgaste por conta de pequenos ataques, o exército iraquiano rapidamente sucumbiu ao avanço do extremistas.

Comandantes desapareceram, pedidos de mais munição ficaram sem resposta e, em alguns casos, soldados tiraram a farda e fugiram do combate.

Desde então, os Estados Unidos realizaram diversos ataques aéreos para ajudar as forças iraquianas e curdas no combate aos radicais sunitas. Vitórias importantes, entretanto, têm sido escassas.

Na Síria, o comando central norte-americano afirmou que um ataque aéreo atingiu um alvo associado ao grupo Khorasan, que Washington afirma ser uma célula especial da frente Al-Nusra, organização ligada à Al-Qaeda.

O ataque aconteceu perto da cidade de Alepo, e foi um dos 27 bombardeios aéreos realizados desde sexta-feira.

Os ataques tinham como alvo principal as posições dos extremistas em Kobani e Raqqa, no norte da Síria.

Fonte: Associated Press.

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