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Greve paralisa 2 esmagadoras de soja da Cargill na Argentina

Em um protesto por uso de trabalhadores não sindicalizados, cerca de 400 trabalhadores abandonaram seus postos de trabalho na segunda-feira


	Cargill: Argentina é o maior exportador mundial de farelo e óleo de soja e o terceiro de soja em grãos
 (PAULO PINTO/Agência Estado)

Cargill: Argentina é o maior exportador mundial de farelo e óleo de soja e o terceiro de soja em grãos (PAULO PINTO/Agência Estado)

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Da Redação

Publicado em 4 de novembro de 2014 às 13h19.

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Buenos Aires - Uma greve por tempo indeterminado paralisa duas unidades de processamento de soja da Cargill no complexo agroindustrial de Rosário, na Argentina, com capacidade conjunta de processamento de 12 mil toneladas da oleaginosa por dia, disse nesta terça-feira um líder sindical.

Em um protesto por uso de trabalhadores não sindicalizados, cerca de 400 trabalhadores abandonaram seus postos de trabalho na segunda-feira nas fábricas de Villa Gobernador Gálvez e Punta Alvear, disse à Reuters o secretário-adjunto do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Óleos de Rosário, Daniel Yofra.

"A produção está totalmente parada", disse o líder sindical. "Começamos ontem (segunda) a greve e não sabemos quando vamos encerrar. É por tempo indeterminado. Ainda não tivemos nenhum contato com a Cargill", acrescentou.

A Argentina é o maior exportador mundial de farelo e óleo de soja e o terceiro de soja em grãos. A região de Rosário concentra as principais indústrias e o maior porto de embarques agrícolas do país.

Representantes da Cargill não foram localizados imediatamente para comentar o assunto.

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