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EUA tentarão salvar diálogo com China durante cúpula

No entanto, até agora não houve progresso com relação à segurança cibernética, ao programa nuclear da Coreia do Norte e às disputas marítimas asiáticas


	Jinping e Obama: também não se espera que haja avanço de diálogo em questões econômicas
 (Kevin Lamarque / Reuters)

Jinping e Obama: também não se espera que haja avanço de diálogo em questões econômicas (Kevin Lamarque / Reuters)

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Da Redação

Publicado em 8 de julho de 2014 às 14h48.

Pequim - Os EUA e a China tentarão retomar uma relação cada vez mais hostil quando autoridades se encontrarem em Pequim nesta semana para conversar sobre questões econômicas e estratégicas nas quais fizeram pouco progresso durante os últimos 12 meses.

O evento Diálogo Estratégico e Econômico será realizado na quarta e na quinta-feira.

Em junho do ano passado, autoridades chinesas e norte-americanas saudaram uma nova era de relações bilaterais de cooperação baseadas no entendimento entre os presidentes Xi Jinping e Barack Obama na primeira reunião entre eles, na Califórnia.

No entanto, até agora não houve progresso com relação à segurança cibernética, ao programa nuclear da Coreia do Norte e às disputas marítimas asiáticas.

Também não se espera que haja avanço em questões econômicas, como o acesso aos mercados e o valor do yuan, a moeda chinesa, segundo autoridades e analistas, embora alguns prevejam resultados relacionados a um tratado de investimentos bilateral.

De acordo com fontes, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, e o secretário do Tesouro, Jacob Lew, que estarão no evento, tentarão evitar que a relação se deteriore ainda mais.

A esperança é de que eles consigam estabilizar os laços entre os dois países para preparar uma reunião entre Xi e Obama na cúpula de líderes da região Ásia-Pacífico marcada para novembro em Pequim.

Fonte: Dow Jones Newswires.

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