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EUA investem contra cigarro eletrônico

A FDA, agência que regulamenta os alimentos e os medicamentos nos EUA, defende a exigência de uma autorização do órgão para a venda do produto


	O cigarro eletrônico: fabricantes dos "e-cigarettes" estão, até o momento, isentos da supervisão federal nos EUA
 (AFP)

O cigarro eletrônico: fabricantes dos "e-cigarettes" estão, até o momento, isentos da supervisão federal nos EUA (AFP)

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Da Redação

Publicado em 15 de julho de 2014 às 13h43.

Os Estados Unidos propuseram nesta quinta-feira uma série de medidas para regulamentar a venda dos cigarros eletrônicos, também chamados de "e-cigarettes", visando proibir o consumo entre menores e exigir dos fabricantes provas de que o produto é menos prejudicial à saúde que o fumo tradicional.

A FDA - a agência que regulamenta os alimentos e os medicamentos nos EUA - também defende a exigência de uma autorização do órgão para a venda do produto, cada vez mais popular entre os jovens.

Os fabricantes do cigarro eletrônico estão, até o momento, isentos da supervisão federal nos EUA, onde o "vaping" (fumar vapor eletrônico) está em moda e é cada vez mais comum em bares e casas noturnas.

A FDA abriu um período de consultas públicas de 75 dias, ao final do qual seus especialistas decidirão sobre a regulamentação, que colocaria os "e-cigarettes" sob as mesmas regras dos cigarros tradicionais.

Em outras palavras: se as propostas da FDA forem aprovadas, os fabricantes não poderão vender "e-cigarettes" a menores de 18 anos ou distribuir unidades promocionais, além da obrigação de indicar os riscos do uso do produto e sua composição, o que no momento é um mistério para o consumidor.

"As regras propostas são um novo passo em nossos esforços para conseguir livrar a próxima geração americana do cigarro", disse a ex-secretária da Saúde, Kathleen Sebelius.

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