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Dirigente asiático pede para Bin Hammam renunciar

Hammam foi suspenso pela Fifa no mês passado por conta de acusações de suborno durante a campanha para se tornar presidente da entidade

Mohammed bin Hammam sofreu denúncias que seu país, o Catar, teria comprado o direito de sediar a copa de 2022 (Robert Cianflone/Getty Images)
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Da Redação

Publicado em 21 de junho de 2011 às 10h59.

Dubai - Um dos principais dirigentes do futebol asiático pediu nesta terça-feira para Mohamed bin Hammam renunciar ao cargo de presidente da Confederação Asiática de Futebol após ser acusado de comprar votos para a eleição presidencial da Fifa. Além disso, defendeu a saída de todos os membros do Comitê Executivo da Fifa, um dia após Jack Warner decidir deixar o cargo de vice-presidente da entidade.

Bin Hammam e Warner foram suspensos pela Fifa no mês passado por conta de acusações de suborno durante a campanha do catariano para se tornar presidente da entidade. A renuncia de Warner, ocorrida na segunda-feira, encerrou a investigação sobre ele no comitê de ética da entidade.

Peter Velappan, que foi secretário-geral da Confederação Asiática de Futebol entre 1978 e 2007, sugeriu nesta terça-feira a renuncia de Bin Hammam e a saída coletiva dos membros do Comitê Executivo da Fifa. "Sugiro, pelo interesse da Fifa e do futebol mundial, a renuncia do Comitê Executivo da Fifa para abrir um novo capítulo para o futebol. Pelas mesmas razões, pelo futuro do futuro do futebol asiático, Hammam deveria renunciar", disse.

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Peter Velappan, que foi secretário-geral da Confederação Asiática de Futebol entre 1978 e 2007, sugeriu nesta terça-feira a renuncia de Bin Hammam e a saída coletiva dos membros do Comitê Executivo da Fifa. "Sugiro, pelo interesse da Fifa e do futebol mundial, a renuncia do Comitê Executivo da Fifa para abrir um novo capítulo para o futebol. Pelas mesmas razões, pelo futuro do futuro do futebol asiático, Hammam deveria renunciar", disse.

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