Dinamarquês pega 7 anos de prisão por se juntar ao EI

No entanto, a Justiça dinamarquesa rejeitou retirar sua cidadania e expulsá-lo do país, como pedia a procuradoria

Copenhague - O tribunal de Glostrup, na Dinamarca, condenou nesta sexta-feira um cidadão do país a sete anos de prisão por crime de terrorismo, já que o mesmo viajou para a Síria para se juntar ao Estado Islâmico (EI), o primeiro caso desse tipo no país nórdico.

No entanto, a Justiça dinamarquesa rejeitou retirar sua cidadania e expulsá-lo do país, como pedia a procuradoria, ao levar em conta que o mesmo nasceu na Dinamarca, apesar de só ter adquirido a nacionalidade em 2000, por ser de origem turca, e que viveu nesse país durante toda sua vida.

O mesmo tribunal já o tinha declarado culpado há dois dias, mas ainda faltava determinar sua pena.

A sentença considerou provado que o jovem, de 24 anos, entrou nas fileiras do EI, tinha planejado viajar de novo à Síria e tentou proporcionar apoio econômico à organização.

O jovem, detido e preso em março de 2015 quando supostamente estava a caminho da Síria, admitiu ter viajado em duas ocasiões ao país árabe em 2013, e que esteve em contato com o EI, mas trabalhando como padeiro, sem participar de ações de combate.

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