Mundo

Depois de vazamento, Chevron espera ser parceira do Brasil

Oito meses após o início do incidente no Campo do Frade, empresa confirma que pretende retomar a produção de óleo no local

Posto da Chevron: a segunda maior companhia petrolífera dos Estados Unidos quer manter a parceria com o Brasil (Justin Sullivan/EXAME.com)

Posto da Chevron: a segunda maior companhia petrolífera dos Estados Unidos quer manter a parceria com o Brasil (Justin Sullivan/EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de julho de 2012 às 15h31.

Rio de Janeiro – Oito meses depois do início do vazamento de petróleo no Campo do Frade, a Chevron confirmou que pretende retomar a produção de óleo no local e informou que espera ser “parceira do país no desenvolvimento de seu potencial” energético. A empresa petrolífera parou de produzir petróleo em Frade, na Bacia de Campos, em março deste ano.

Em nota divulgada pela assessoria de imprensa da empresa, a Chevron diz que está “trabalhando com a ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis] em relação a todas as questões referentes ao Campo de Frade, incluindo o retorno à produção”.

A multinacional informa ainda que respeita o relacionamento com o Brasil e espera “ser um parceiro do país no desenvolvimento de seu potencial como uma superpotência energética”. Na nota, a empresa também diz estar confiante de que sempre atuou de forma “diligente e apropriada” e “em conformidade” com os planos de Exploração e de Emergência no Campo de Frade.

Ontem (17), a ANP informou que a Chevron deve oficializar até o final deste mês o pedido para que a produção de Frade seja retomada pela empresa. A agência também informou que deve divulgar esta semana o resultado das investigações sobre o vazamento de petróleo, com o valor da multa que será cobrada da empresa petrolífera.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPetróleoIndústria do petróleoEmpresas americanasChevronEnergiaANP

Mais de Mundo

Secretário dos EUA sugere a cubanos que construam 'nova Cuba' proposta por Trump

Fifa monitora surto de Ebola no Congo antes da Copa do Mundo 2026

Irã ameaça ampliar guerra para além do Oriente Médio após Trump cogitar novos ataques

AIEA alerta para risco de liberação radioativa em ataques a usinas nucleares