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COI atinge marca histórica de representação feminina

O mandatário do Comitê já tinha remodelado outros grupos de trabalho, criando alguns novos, como o "Canal Olímpico", que será lançado após os Jogos do Rio


	Olimpíadas: o mandatário do Comitê já tinha remodelado outros grupos de trabalho, criando alguns novos, como a comissão "Canal Olímpico", que será lançado após os Jogos do Rio de Janeiro
 (Feng Li/Getty Images)

Olimpíadas: o mandatário do Comitê já tinha remodelado outros grupos de trabalho, criando alguns novos, como a comissão "Canal Olímpico", que será lançado após os Jogos do Rio de Janeiro (Feng Li/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 30 de março de 2016 às 13h02.

As comissões de trabalho do Comitê Olímpico Internacional (COI) superara pela primeira vez a marca de 33% de representação feminina, após mudanças anunciadas nesta quarta-feira pelo presidente Thomas Bach, que cumpre assim umas das recomendações da agenda de reformas da entidade.

Das 449 pessoas que compõem todos os grupos, que definem as políticas e atuam nas decisões de diversas áreas do COI, agora 150 são mulheres.

"Em menos de três anos, aumentamos a representação feminina em cerca de 60%", afirmou Bach, por meio de comunicado.

O mandatário do Comitê já tinha remodelado outros grupos de trabalho, criando alguns novos, como a comissão "Canal Olímpico", que será lançado após os Jogos do Rio de Janeiro, e é presidida pelo americano Larry Probst III.

Outra das novas comissões é a de Comunicação, comandada pelo holandês Camiel Eurlings.

As comissões Jurídica e de Esporte e Direito, por sua vez, foram fundidas para se tornar de Assuntos Jurídicos, que tem como presidente o australiano John Coates. Além disso, diversos grupos de trabalho tiveram nomes alterados.

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