Mundo

Cinco mil protestam no Marrocos contra o terrorismo e pela democracia

"A verdadeira alternativa é uma constituição popular e democrática", afirmavam os participantes da passeata

Pelo menos 5.000 pessoas participaram de uma manifestação neste domingo em Marrakesh, atendendo a uma convocação do Movimento 20 de Fevereiro, que pede reformas políticas, pela democracia e contra o terrorismo, depois do atentado de 28 de abril que deixou 17 mortos (Abdelhak Senna/AFP)

Pelo menos 5.000 pessoas participaram de uma manifestação neste domingo em Marrakesh, atendendo a uma convocação do Movimento 20 de Fevereiro, que pede reformas políticas, pela democracia e contra o terrorismo, depois do atentado de 28 de abril que deixou 17 mortos (Abdelhak Senna/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de maio de 2011 às 14h17.

Priorizar nos meus resultados Google

MARRAKESH, Marrocos - Pelo menos 5.000 pessoas participaram de uma manifestação neste domingo em Marrakesh, atendendo a uma convocação do Movimento 20 de Fevereiro, que pede reformas políticas, pela democracia e contra o terrorismo, depois do atentado de 28 de abril que deixou 17 mortos.

"Não ao terrorismo", diziam os manifestantes, carregando cartazes com slogans como "Um rei que reina mas não governa", "Por uma nova constituição", "Justiça social" e "Não à corrupção".

"A verdadeira alternativa é uma constituição popular e democrática", afirmavam os participantes da passeata, a maioria, jovens procedentes de várias cidades do país, que atravessaram o centro da cidade até a praça Yamaa el Fna, onde ocorreu o atentato dez dias atrás.

"Estamos aqui para expressar nossa solidariedade com os habitantes de Marrakesh e para pedir uma verdadeira democracia", declarou à AFP Mohamed, um jovem de 23 anos de Beni Melal, a 200 km de Marrakesh.

Acompanhe tudo sobre:ÁfricaMarrocosDemocracia

Mais de Mundo

Houthis ameaçam novos ataques à Arábia Saudita após atingir sede de petroleira estatal

Fim da escala 6x1: qual é a carga horária de outros países do mundo?

Entenda se Trump pode explorar petróleo e gás na Groenlândia sem autorização

Fujimori quer proibir maquiagem, esmalte e cabelo tingido em escolas no Peru