São Paulo – O Canadá aprovou neste mês uma nova regulação para as drogas que passa a permitir aos médicos a prescrição da heroína para pacientes com dependência severa. Segundo informações da CBC News, rede de notícias do país, a substância será agora acessível quando os tratamentos convencionais tenham falhado.
Para ter tanto, os médicos terão de fazer o pedido ao Ministério da Saúde do país, que avaliará o caso e concederá a permissão dentro dos limites de um programa do governo conhecido como Special Access Programme (SAP) e que regula o acesso às drogas que não estão à venda ou não foram ainda aprovadas para pacientes em situações específicas.
De acordo com o Ministério da Saúde do país, o Canadá vive uma crise de saúde pública após ter registrado um aumento alarmante no número de overdoses e mortes pelo uso abusivo de drogas baseadas em opioides, como a heroína e fentanil.
Segundo números levantados pelo site de notícias The Globe and Mail, a província de British Columbia observou um aumento de 88% nestes casos só nos primeiros meses de 2016. A UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime) estima que o mundo tenha hoje ao menos 17 milhões de usuários dessas drogas.
Embora anunciada neste mês, a medida não é uma novidade no Canadá. Esses tipos de tratamentos haviam sido primeiro regulamentados em 2013, mas proibidos meses depois pelo governo conservador de Stephen Harper, sucedido no ano passado pelo liberal Justin Trudeau.
Desde então, o novo governo vinha estudando reverter essa proibição, que chega depois de terem sido encontradas “evidências científicas significativas” que apoiam o uso médico da diacetilmorfina, nome científico da heroína, no tratamento de dependência crônica. Países europeus como Alemanha, Dinamarca e Suíça já permitem o uso da droga nestes casos.
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1. Mais pacíficos
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1/33 (Natalia Deriabina/ThinkStock)
São Paulo – O mundo se tornou um lugar ainda mais violento nos últimos 12 meses em decorrência do aumento das
atividades terroristas em diferentes regiões e pelos altos níveis de instabilidades
políticas registrados. É o que constatou a edição 2016 do
Global Peace Index, estudo anual produzido pelo Instituto de Economia e Paz (IEP). Mas, embora o cenário global seja de turbulências, o estudo mostrou que 81 dos países investigados observaram uma melhora em seus níveis de paz. A maioria deles está na Europa, a região que é considerada a mais pacífica, mesmo tendo registrado episódios recentes de violência, como os
atentados em Paris (França) em 2015 e em Bruxelas (
Bélgica) em 2016. O estudo tem como objetivo avaliar a situação da paz em 163 países. Para tanto, estuda o contexto interno de cada um deles a partir de 23 indicadores que incluem aspectos como a intensidade dos conflitos nos quais um local está envolvido, seus níveis de criminalidade e sua capacidade militar. E a edição atual da pesquisa trouxe novidades. Portugal, por exemplo, avançou muitas posições, deixando
a 11ª colocação em 2015 para chegar até a quinta entre os mais pacíficos de 2016. O
Canadá, por sua vez, caiu uma posição em relação ao ano passado. Essa queda, explica o estudo, é em decorrência do aumento na importação e exportação de armas. No que diz respeito aos países latinos, o único a ocupar um espaço entre os primeiros colocados é o
Chile. Falando especificamente sobre o Brasil, o índice notou uma deterioração na situação interna do país em razão das recentes instabilidades políticas, fazendo com que o país caísse da 103ª para a 105ª posição. EXAME.com compilou nesta matéria os resultados obtidos pelos 30 países que obtiveram o melhor desempenho frente aos outros. Veja nas imagens quais são eles e quais posições ocuparam nesse
ranking em 2015.
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2. 1º. Islândia
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2/33 (Gudella/ThinkStock)
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3. 2º. Dinamarca
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3/33 (Balipadma/ThinkStock)
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4. 3º. Áustria
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4/33 (Amoklv/ThinkStock)
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5. 4º. Nova Zelândia
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5/33 (Naruedom/ThinkSock)
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6. 5º. Portugal
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6/33 (Tiago Fernandez/ThinkStock)
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7. 6º. República Tcheca
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8. 7º. Suíça
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8/33 (CaptureLight/ThinkStock)
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9. 8º. Canadá
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9/33 (Jupiterimages/ThinkStock)
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10. 9º. Japão
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10/33 (Ryan McVay/ThinkStock)
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11. 10º. Eslovênia
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11/33 (Ross Helen/ThinkStock)
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12. 11º. Finlândia
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12/33 (Tuomas Puikkonen/Flickr)
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13. 12º. Irlanda
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13/33 (Thinkstock)
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14. 13º. Butão
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14/33 (Thinkstock)
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15. 14º. Suécia
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15/33 (William87/ThinkStock)
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16. 15º. Austrália
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16/33 (Thinkstock/zetter)
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17. 16º. Alemanha
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18. 17º. Noruega
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18/33 (Paffy69/ThinkStock)
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19. 18º. Bélgica
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20. 19º. Hungria
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20/33 (Divulgação / Trivago / Tupungato/Flickr)
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21. 20º. Singapura
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22. 21º. Holanda
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23. 22º. Polônia
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23/33 (David W Cerny/Reuters)
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24. 24º. Eslováquia
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24/33 (Getty Images)
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25. 25º. Espanha
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25/33 (Thinkstock)
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26. 23º. República de Maurício
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26/33 (bennymarty/ThinkStock)
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27. 26º. Croácia
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27/33 (Enjosmith/Flickr/Creative Commons)
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28. 27º. Chile
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28/33 (claudiodoenitzperez/Thinkstock)
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29. 28º. Botsuana
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29/33 (Ben Witchell/ThinkStock)
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30. 29º. Bulgária
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30/33 (Wikimedia Commons)
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31. 30º. Malásia
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32. *105º. Brasil
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32/33 (Divulgação/Exame)
*País não é parte da lista dos 30 mais pacíficos. Incluído para fins de comparação.
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33. Agora conheça os países cujas reputação estão nas alturas
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