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Brasil quer que próximo chefe do FMI seja de país emergente

Autoridade do governo gostaria que o novo diretor do Fundo Monetário Internacional fosse de um país em desenvolvimento, embora a Europa tenha controle na instituição

Dominique Strauss-Kahn pode deixar a diretoria do FMI. Brasileiros querem uma nova chefia de um país emergente (Oli Scarff/Getty Images)

Dominique Strauss-Kahn pode deixar a diretoria do FMI. Brasileiros querem uma nova chefia de um país emergente (Oli Scarff/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 17 de maio de 2011 às 11h21.

São Paulo - O Brasil acredita que o próximo chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) deveria vir de um grande país emergente, mas não planeja pressionar ativamente por isso, disse uma autoridade sênior do governo à Reuters nesta terça-feira.

"Nós acreditamos que a Índia e o Brasil seriam boas opções. Mas nós também acreditamos que é provável que a Europa mantenha um profundo controle sobre o cargo e, portanto, nós não estamos planejando insistir muito nesse assunto por enquanto", disse a autoridade, em condição de anonimato.

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