Mundo

Botín: Brasil e México são exemplos de recuperação

Segundo o presidente do grupo Santander, a retomada dos emergentes é mais expressiva

O presidente do grupo Santander, Emilio Botín: `Brasil e México [são] países que Santander conhece muito bem´ (Getty Images)

O presidente do grupo Santander, Emilio Botín: `Brasil e México [são] países que Santander conhece muito bem´ (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de setembro de 2010 às 10h34.

Priorizar nos meus resultados Google

Madri - O presidente do grupo espanhol Santander, Emilio Botín, citou hoje o Brasil e o México como exemplo de economias emergentes que estão se destacando na atual "fase de recuperação" que vive a economia mundial.

"A economia internacional está em fase de recuperação, com destaque para as economias emergentes, como, por exemplo, o Brasil e o México, países que o Santander conhece muito bem", afirmou o presidente do maior banco da Espanha.

Em seu discurso na 3ª Conferência Internacional de Bancos, na Cidade Financeira do Santander em Boadilla del Monte (Madri), Botín considerou, além disso, que os Governos dos países desenvolvidos "estão sentando as bases" para aumentar o crescimento potencial e assegurar a recuperação.

Além disso, "estão implementando reformas em âmbitos tão importantes como previdência e mercado de trabalho", que junto aos ajustes fiscais permitam sanear as contas públicas, acrescentou.

O Grupo Santander está presente em mais oito países: Portugal, Alemanha, Reino Unido, Brasil, México, Chile, Argentina e Estados Unidos.

Leia mais notícias sobre o Santander

Siga as notícias do site EXAME sobre Mundo no Twitter

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSantanderBancosEmpresas espanholasAmérica LatinaDados de BrasilMéxicoCrises em empresas

Mais de Mundo

Geopolítica exige que América Latina coopere em minerais críticos, dizem especialistas

Trump diz que unificação da Irlanda seria 'fantástica' e que vai acontecer eventualmente

Trump diz que acordo comercial entre EUA e Canadá pode sair ‘em breve’

Brasil e China devem transformar descarbonização em estratégia, diz ex-embaixador