Mundo

Bombardeios russos na Síria deixam pelo menos 11 mortos

Entre as vítimas, sete morreram na cidade de Tadaf, no leste de Aleppo e controlada pelo grupo terrorista Estado Islâmico


	Bombardeios: dois menores de idade morreram e vários ficaram feridos por um bombardeio na área de um colégio
 (Ammar Suleiman/AFP)

Bombardeios: dois menores de idade morreram e vários ficaram feridos por um bombardeio na área de um colégio (Ammar Suleiman/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de janeiro de 2016 às 13h20.

Priorizar nos meus resultados Google

Beirute - Pelo menos 11 pessoas morreram nesta quarta-feira em várias zonas da província noroeste síria de Aleppo em supostos bombardeios da aviação da Rússia, aliada do regime de Bashar al-Assad, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Entre as vítimas, sete morreram na cidade de Tadaf, no leste de Aleppo e controlada pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI), em um dos ataques que teve como alvo um mercado popular.

Além disso, dois menores de idade morreram e vários ficaram feridos por um bombardeio na área de um colégio no bairro de Al Zabdie, na cidade de Aleppo, capital da província homônima.

Outras duas pessoas morreram em outro ataque aéreo de aviões russos na população de Maskane, no leste de Aleppo.

Nos últimos dias, a força aérea da Rússia intensificou suas operações nessa província e na vizinha Idlib.

A aviação russa iniciou no final de setembro uma campanha de bombardeios na Síria, em sua primeira intervenção militar direta no conflito neste país desde seu começo em março de 2011.

A Síria é há quase cinco anos palco de uma disputa que se cobrou as vidas de mais de 260 mil pessoas, segundo o Observatório.

Acompanhe tudo sobre:ÁsiaEuropaSíriaRússia

Mais de Mundo

Protestos na França deixam 779 pessoas detidas e 116 agentes feridos no fim de semana

Dan Sullivan contra Dan Sullivan: a disputa no Alasca que levou o governo Trump à Justiça

Líder do Irã promete resposta militar sem limites a ataques dos EUA e Israel

Juiz rejeita ação de US$ 10 bilhões de Trump contra Wall Street Journal