Mundo

Bill Clinton se mostra contra independência da Escócia

O ex-presidente americano manifestou apoio a permanência da Escócia no Reino Unido


	O ex-presidente dos EUA, Bill Clinton: voto pelo "não" é o mais benéfico, disse
 (REUTERS/Gary Cameron)

O ex-presidente dos EUA, Bill Clinton: voto pelo "não" é o mais benéfico, disse (REUTERS/Gary Cameron)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de setembro de 2014 às 09h32.

Edimburgo - O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, interveio nesta quarta-feira no debate sobre a independência da Escócia ao manifestar seu apoio a sua permanência no Reino Unido por considerar que envia uma "poderosa mensagem" de unidade ao mundo.

Em declaração divulgada hoje pela campanha do "não", denominada "Melhor Juntos", Clinton destaca que a decisão sobre o futuro da Escócia é competência dos escoceses, mas manifestou seu desejo que sua opinião seja aceita como sinal de amizade.

Segundo o ex-presidente dos EUA, a incerteza sobre como funcionará uma eventual Escócia independente lhe levou a pensar que um voto pelo "não" é o mais benéfico para os escoceses.

"Devido a que o voto sobre a independência é uma decisão que só compete aos escoceses e porque os escoceses são já lendários por sua independência em sua forma de pensar, fui reticente a expressar minha opinião sobre este assunto, mas espero que minha decisão de fazê-lo seja recebida com espírito de amizade", comentou Clinton.

O ex-presidente ressaltou ainda que acompanhou o debate sobre a independência com "grande interesse e admiração".

A menos de um dia para o referendo, três novas enquetes sobre intenções de voto dão uma ligeira vantagem ao "não" à independência. 

Acompanhe tudo sobre:PolíticosPaíses ricosEstados Unidos (EUA)EuropaReino UnidoEscóciaReferendoBill Clinton

Mais de Mundo

Rússia retoma ataques em larga escala contra Ucrânia durante onda de frio

Musk chama presidente da Espanha de ‘tirano’ por plano de restringir redes

Trump elogia Petro e diz amar a Colômbia após reunião na Casa Branca

Trump sanciona lei que encerra a paralisação do governo dos EUA