Banco Mundial espera manter empréstimos ao Egito e eleições

O Banco Mundial, explicou Kim, mantém empréstimos e ajudas dedicadas principalmente à proteção social no Egito da ordem de US$ 4,7 bilhões

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, afirmou nesta quinta-feira que o organismo espera manter o programa de empréstimos e ajudas ao Egito, após o afastamento do presidente Mohamed Mursi na véspera, e pediu que novas eleições sejam realizadas "o mais rápido possível".

"Estamos tentando entender o que foi que realmente aconteceu (no Egito) e qual é a situação jurídica, ou legal do governo atual", afirmou Kim em entrevista coletiva no Palácio de Governo chileno, depois de uma reunião com o presidente Sebastián Piñera.

O Banco Mundial, explicou Kim, mantém empréstimos e ajudas dedicadas principalmente à proteção social no Egito da ordem de US$ 4,7 bilhões.

"Pedimos a todos que permaneçam em calma, que dialoguem e que se avance o mais rápido possível para eleições reais", insistiu Jim Yong Kim.

"Esperamos poder continuar com nossos programas que proporcionam serviços e apoio essencial para as pessoas mais pobres do Egito", acrescentou.

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