Mundo

Ataque aéreo mata ao menos 33 perto da cidade síria de Raqqa

Observatório Sírio para os Direitos Humanos disse acreditar que o ataque foi realizado pela coalizão liderada pelos Estados Unidos

Observatório contou ao menos 33 corpos no local perto do vilarejo de Al-Mansoura, a oeste de Raqqa (Reuters/Reuters)

Observatório contou ao menos 33 corpos no local perto do vilarejo de Al-Mansoura, a oeste de Raqqa (Reuters/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 22 de março de 2017 às 08h41.

Priorizar nos meus resultados Google

Beirute - Pelo menos 33 pessoas foram mortas em um ataque aéreo que atingiu uma escola que servia de refúgio para desabrigados perto da cidade de Raqqa, controlada pelo Estado Islâmico, disse nesta quarta-feira um grupo que monitora a guerra na Síria.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos disse acreditar que o ataque foi realizado pela coalizão liderada pelos Estados Unidos para enfrentar o Estado Islâmico.

Ativistas do Observatório contaram ao menos 33 corpos no local perto do vilarejo de Al-Mansoura, a oeste de Raqqa, disse à Reuters o diretor do Observatório, Rami Abdulrahman. O ataque aéreo ocorreu na segunda-feira à noite, disse.

A coalizão liderada pelos EUA ampliou sua campanha aérea contra o grupo militante ao redor de Raqqa neste mês, provocando diversas mortes de civis, de acordo com Abdulrahman.

A instalação do Estado Islâmico mais próxima do local do ataque aéreo é uma escola religiosa a 3 quilômetros de distância, segundo ele.

Um porta-voz da coalizão liderada pelos norte-americanos disse anteriormente que a força faz tudo o que pode para evitar mortes de civis, e que investiga aquelas que são relatadas como resultado de seus ataques aéreos.

Acompanhe tudo sobre:Estados Unidos (EUA)GuerrasSíriaEstado IslâmicoMortes

Mais de Mundo

Rússia relata ciberataque durante eleições legislativas

Bastidores de Trump e escolha do novo secretário-geral: o que deve dominar Assembleia da ONU

Por que a aposta nuclear da Arábia Saudita acirra disputa entre EUA, China e Irã

O que são as eleições 'midterm' nos EUA e por que elas importam para Trump