Mundo

Argentina e Uruguai querem sediar juntos a Copa de 2030

Os dois presidentes voltaram a declarar o que já tinham dito em seu primeiro encontro do ano, em janeiro

Tabaré Vázquez e Mauricio Macri: "Temos o mais amplo espírito retribuidor" (Enrique Marcarian/Reuters)

Tabaré Vázquez e Mauricio Macri: "Temos o mais amplo espírito retribuidor" (Enrique Marcarian/Reuters)

E

EFE

Publicado em 24 de outubro de 2016 às 20h56.

Última atualização em 24 de outubro de 2016 às 22h19.

Priorizar nos meus resultados Google

Buenos Aires - Os presidentes de Argentina, Mauricio Macri, e Uruguai, Tabaré Vázquez, reafirmaram nesta segunda-feira em Buenos Aires que seus países trabalharão na candidatura conjunta para sediar a Copa do Mundo de 2030, quando se completarão 100 anos desde a primeira edição do torneio, disputada em solo uruguaio.

Em entrevista coletiva após abordarem diversos assuntos em reunião, os dois presidentes voltaram a declarar o que já tinham dito em seu primeiro encontro do ano, em janeiro, no Uruguai.

"Reiteramos que vamos trabalhar em conjunto para tentar organizar a Copa do Mundo de 2030 no Uruguai e na Argentina", afirmou o presidente argentino.

Antes, Vázquez, ao se referir à histórica fraternidade entre os povos argentino e uruguaio, excetuou a concorrência no caso do futebol, com "diferenças muito claras" em nível internacional.

"Estou falando por exemplo de (Lionel) Messi e de (Luis) Suárez", disse o Presidente.

Entre risos, Macri mencionou a atual situação da seleção argentina, que ocupa a quinta posição das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, posto que dá direito à briga na repescagem.

"Isso inclui que, se nos faltar algum ponto para classificar para 2018, Suárez vai chutar para fora, não?", brincou Macri.

"Temos o mais amplo espírito retribuidor. Porque é bom ter memória", concluiu Vázquez.

Acompanhe tudo sobre:FutebolArgentinaUruguaiCopa do Mundo

Mais de Mundo

Três meses antes de desastre, Nepal pediu mais dados da China sobre geleiras

EUA atacam Irã no Estreito de Ormuz após semanas de trégua

Uma em cada três famílias está endividada na Argentina

Presidente interina da Venezuela defende acordo petrolífero com EUA