Mundo

Ambiguidade de Temer intriga Dilma, dizem assessores

As informações são de assessores do Palácio do Planalto

O vice-presidente, Michel Temer: seu comportamento deixa Dilma intrigada (AGÊNCIA BRASIL)

O vice-presidente, Michel Temer: seu comportamento deixa Dilma intrigada (AGÊNCIA BRASIL)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de janeiro de 2011 às 09h44.

Brasília - A ambiguidade do vice-presidente Michel Temer tem intrigado a presidente Dilma Rousseff, de acordo com informação de assessores do Palácio do Planalto. Temer havia, por exemplo, anunciado que deixaria a presidência do PMDB assim que tomasse posse. Não o fez. Apenas se licenciou por quatro meses. Foi substituído, interinamente, pelo senador Valdir Raupp (RO).

Temer, porém, continua a agir como presidente do partido. A reunião em que os principais líderes do PMDB decidiram pedir salário mínimo maior do que o defendido pelo governo foi realizada em seu apartamento funcional da Câmara dos Deputados onde ele ainda mora. E lá ocorreu uma reunião do PMDB e não de deputados e senadores com o vice-presidente.

Em defesa de Temer, os assessores do vice-presidente argumentam que ele não pode abandonar o partido. E citam o exemplo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o escândalo do mensalão, Lula tirou o então ministro da Educação, Tarso Genro, do ministério e lhe deu a incumbência de assumir a direção do PT visto que a outra, tendo à frente do deputado José Genoino (PT-SP), caíra inteira com o episódio. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilMDB – Movimento Democrático BrasileiroGoverno DilmaPartidos políticosPolítica

Mais de Mundo

Memorando de entendimento com EUA 'nunca esteve tão próximo', diz Irã

EUA dizem que podem assinar acordo com Irã nos 'próximos dias'

Equador corta impostos e reduz preço da cerveja para apoiar seleção na Copa do Mundo

Surto de Ebola se espalha pelo Congo e tem 'escala muito maior', diz OMS