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56 jornalistas foram mortos em seis meses no mundo, diz ONG

Número menor de jornalistas perdeu a vida no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2012, mas muitos foram vítimas de sequestro

Jornalistas em Londres: 56 jornalistas foram mortos desde janeiro em 23 países. No ano passado, 75 profissionais morreram em seis meses (Justin Tallis/AFP)
DR

Da Redação

Publicado em 3 de julho de 2013 às 14h53.

Genebra - Um número menor de jornalistas perdeu a vida no primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2012, mas muitos foram vítimas de sequestro, afirmou nesta quarta-feira, em Genebra, a organização Presse Emblème Campagne (PEC).

Segundo esta ONG, 56 jornalistas foram mortos desde janeiro em 23 países. No ano passado, 75 profissionais morreram em seis meses. A vítima mais recente foi um jornalista egípcio morto durante as manifestações contra o regime.

A prática de sequestro se tornou comum na Síria, como foi durante os anos de 2003 a 2006 no Iraque. Ao menos sete jornalistas estrangeiros estão detidos ou desaparecidos atualmente na Síria, segundo a PEC: Didier François e Edouard Elias (França, desde 6 de junho), Armin Wertz (Alemanha, desde 5 de maio), Domenico Quirico (Itália, desde 9 de abril), James Foley (Estados Unidos, desde 22 de novembro de 2012), Austin Tice (Estados Unidos, desde 13 de agosto 2012) e Bashar Fahmi Al-Kadumi (Palestina, desde 20 de agosto de 2012).

Outros jornalistas foram sequestrados recentemente em Honduras e no Iêmen.

Segundo uma contagem da ONG, desde o início do ano, o Paquistão é o país mais perigoso, com 10 vítimas, à frente da Síria (8 mortos). A Somália e o Brasil estão em terceiro com cinco mortos cada.

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Genebra - Um número menor de jornalistas perdeu a vida no primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2012, mas muitos foram vítimas de sequestro, afirmou nesta quarta-feira, em Genebra, a organização Presse Emblème Campagne (PEC).

Segundo esta ONG, 56 jornalistas foram mortos desde janeiro em 23 países. No ano passado, 75 profissionais morreram em seis meses. A vítima mais recente foi um jornalista egípcio morto durante as manifestações contra o regime.

A prática de sequestro se tornou comum na Síria, como foi durante os anos de 2003 a 2006 no Iraque. Ao menos sete jornalistas estrangeiros estão detidos ou desaparecidos atualmente na Síria, segundo a PEC: Didier François e Edouard Elias (França, desde 6 de junho), Armin Wertz (Alemanha, desde 5 de maio), Domenico Quirico (Itália, desde 9 de abril), James Foley (Estados Unidos, desde 22 de novembro de 2012), Austin Tice (Estados Unidos, desde 13 de agosto 2012) e Bashar Fahmi Al-Kadumi (Palestina, desde 20 de agosto de 2012).

Outros jornalistas foram sequestrados recentemente em Honduras e no Iêmen.

Segundo uma contagem da ONG, desde o início do ano, o Paquistão é o país mais perigoso, com 10 vítimas, à frente da Síria (8 mortos). A Somália e o Brasil estão em terceiro com cinco mortos cada.

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