No radar: CSN, vendas no varejo e o que mais move o mercado nesta sexta

Mercados ensaiam recuperação após medidas de isolamento na Europa ter derrubado as bolsas do continente

O mercado inicia esta sexta-feira, 16, em tom positivo, com as bolsas da Europa se recuperando das perdas do dia anterior, quando algumas das principais praças chegaram a cair mais de 2% em meio às novas medidas de isolamento no continente. Nos Estados Unidos, os índices futuros operam levemente em alta à espera de dados de vendas do varejo e da produção industrial americana.

Dados

Impulsionado pelos pacotes de estímulo, as vendas do varejo americano referentes ao mês de setembro devem chegar ao quinto mês consecutivo de alta mensal. As expectativas são de alta mensal de 0,7%. Assim como no Brasil, mas em processo inverso ao da China, o varejo americano vem sendo o principal motor da recuperação econômica, com as vendas superando as do ano passado desde junho.

Por outro lado, a produção industrial, que está à pleno vapor no país asiático, ainda mostra fraqueza nos Estados Unidos. As estimativas de economistas americanos tampouco são otimistas para o setor, com expectativa de alta mensal de 0,5%, que se confirmada, deve manter a contração anual acima de 6%.

CSN

A temporada de balanços do terceiro trimestre teve início no Brasil na noite de quinta-feira, 15, com a divulgação do resultado da CSN. No período, a companhia registrou lucro líquido de 1,262 bilhão de reais, superando em 182,96% o registrado no terceiro trimestre de 2019. Já a receita líquida da CSN ficou em 8,715 bilhões de reais, acima das expectativas de 7,83 bilhões de reais.

Como já era esperado, o resultado foi alavancado pela frente de mineração, que foi beneficiada pelos maiores preços do minério de ferro e pela normalização da produção. Somente essa área foi responsável por 42% da receita, enquanto a de siderurgia, por 50%. No último pregão, os papéis da CSN dispararam 5,71% na expectativa sobre o balanço. A teleconferência sobre o resultado será às 11h desta sexta.

Tenda

Depois de MRV e Cury, foi a vez da construtora Tenda registrar recorde de vendas líquidas em prévia operacional do terceiro trimestre. Ao todo, as vendas líquidas atingiram 742,1 milhões de reais 38,2% acima do registrado no mesmo período do ano passado e 28,7% superior ao trimestre anterior.

Minerva

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s elevou a nota da Minerva para BB em escala internacional e brAAA em escala nacional. A melhora foi atribuída pela S&P como resultado da forte posição de liquidez, continuidade da redução da alavancagem e aperfeiçoamento da estrutura de capital da companhia. No início do mês, outra agência, a Fitch, já havia elevado sua nota.

Cyrela

A gestora de recursos Truxt aumentou sua participação acionária na Cyrela para 5% do total das ações ordinárias, passando a se tornar acionista relevante na companhia.

Retrospectiva

Na última sessão, o Ibovespa fechou em queda de 0,28%, em 99,054,06 pontos, acompanhando o cenário internacional negativo, enquanto o dólar subiu 0,48% para 5,625 reais.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?

Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?

Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 15,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser.

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

exame digital + impressa

R$ 44,90/mês

  • Acesse onde e quando quiser

  • Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos sobre macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo, tecnologia e finanças.

  • Edição impressa quinzenal.

  • Frete grátis

Já é assinante? Entre aqui.

Apoie a Exame, por favor desabilite seu Adblock.