Mercado Imobiliário

Apresentado por GRUPO RZK

Como o Reserva Raposo se tornou exemplo de impacto positivo no mercado imobiliário global

Com um projeto baseado em novo urbanismo e start cities, o empreendimento na Zona Oeste de São Paulo é considerado uma das principais iniciativas de urbanismo sustentável e impacto comunitário no mundo

Reserva Raposo: projeto prevê mais de 22 mil moradias e estrutura completa de serviços até 2030. (GRUPO RZK/Divulgação)

Reserva Raposo: projeto prevê mais de 22 mil moradias e estrutura completa de serviços até 2030. (GRUPO RZK/Divulgação)

EXAME Solutions
EXAME Solutions

EXAME Solutions

Publicado em 6 de março de 2026 às 14h36.

Última atualização em 9 de março de 2026 às 14h50.

Exemplo de como o planejamento urbano consegue influenciar a realidade de milhares de pessoas, o Reserva Raposo, projeto da RZK Empreendimentos (braço imobiliário do Grupo RZK), ganhou atenção internacional ao ser selecionado como finalista do MIPIM Awards 2026, premiação que destaca os projetos mais inovadores do mercado imobiliário global. A indicação, na categoria Best New Mega Development, marca um momento especial para o Brasil, reforçando que o país pode ser exemplo de iniciativas de urbanismo sustentável e impacto comunitário.

Segundo Verena Balas, diretora de incorporação do Grupo RZK e líder do projeto Reserva Raposo, o empreendimento situado na Zona Oeste de São Paulo foi desenhado para ser um bairro planejado e inteligente. A ideia é transformar a maneira como as habitações de interesse social são entendidas e implantadas em grandes metrópoles.

“Desde o início do projeto, em 2013, o nosso objetivo era fazer do Reserva Raposo um empreendimento não convencional. Sabíamos que era preciso um olhar multidisciplinar para criar um modelo avançado de habitação popular, que integra interesse social e a oferta de serviços e experiências consideradas de alto padrão. É um princípio que vai na contramão do que o mercado sempre entregou. Por isso, esse também é um projeto totalmente inovador”, explica a executiva.

Com cerca de 450 mil metros quadrados de terreno, o Reserva Raposo prevê mais de 22 mil moradias até 2030. Os apartamentos possuem de 37 m² a 50 m², distribuídos em 124 torres. Além das moradias, os prédios possuem áreas comuns especiais, incluindo academia e salão de festas.

Ao todo, a expectativa é que o bairro receba entre 80 mil e 90 mil moradores — número que ultrapassa a população de muitas cidades brasileiras. Até o momento, quase 4.500 unidades habitacionais já foram entregues no bairro, abrigando cerca de 25 mil moradores.

“É um trabalho de formiguinha, mas que já vemos um resultado extremamente gratificante. Estamos falando sobre um novo conceito de entrega de moradia, que não envolve apenas mudar de casa, mas transforma completamente o cotidiano dos moradores”, avalia a diretora do Reserva Raposo.

Urbanismo social e cidade integrada

Balas destaca que o projeto do Reserva Raposo foi inspirado em princípios de novo urbanismo e de smart cities (cidades inteligentes), garantindo que as pessoas consigam morar, trabalhar, estudar, cuidar da saúde e acessar serviços essenciais sem longos deslocamentos. Esse conceito de cidade integrada é essencial para garantir a qualidade de vida da população, especialmente em metrópoles como São Paulo.

O bairro inclui, por exemplo, espaços públicos como Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Educação Infantil (CEIs/CMEIs), biblioteca comunitária, centro para idosos e áreas de lazer abertas, como parques e arena esportiva. A presença de comércio local, como salão de beleza e restaurantes, também ajuda a tornar o Reserva Raposo um lugar onde as necessidades cotidianas podem ser atendidas em uma curta caminhada.

A infraestrutura urbana contempla terminal rodoviário com comércio anexo, vias com fiação subterrânea, iluminação inteligente, segurança integrada e conexão direta ao transporte público, incluindo uma linha de ônibus ligando o território à estação Vila Sônia do Metrô. Além disso, o projeto já conta com cerca de três quilômetros de ciclovias, ruas planejadas para pedestres e soluções de mobilidade ativa que reconfiguram a rotina dos moradores.

“Fizemos inúmeros estudos para garantir que o projeto entregasse um espaço de vida plena, que combina acesso à renda, educação e serviços. Além disso, o planejamento envolveu o entendimento de como construir esse bairro com o mínimo de impacto na biodiversidade da região, garantindo que o meio ambiente e a sustentabilidade também fossem aspectos respeitados nesse processo”, reforça Balas.

Impacto positivo e escalável

O impacto social do Reserva Raposo também se manifesta em iniciativas gratuitas de educação, cultura e inclusão. O bairro conta com a oferta de cursos e atividades para moradores, incluindo aulas de inglês, teatro, dança, música e esportes. Tudo isso reforça a estratégia de coesão social e oportunidades de desenvolvimento pessoal, além de fortalecer o senso de pertencimento e a coesão comunitária.

Ao todo, cerca de US$ 1 bilhão foram investidos para transformar o Reserva Raposo em realidade. O funcionamento do bairro é sustentado por fortes parcerias entre setor público e privado, que viabilizam desde a construção e compra de unidades para famílias com financiamento acessível até a instalação de serviços públicos para a população.

“O modelo do Reserva Raposo é totalmente escalável e com potencial de ser replicado Brasil afora. E, para criar essa centralidade urbana em diferentes lugares, a parceria público-privada é fundamental”, analisa Verena Balas. Ela também destaca que essas parcerias precisam ser feitas com o propósito de gerar dignidade, inclusão e desenvolvimento urbano.

“Esse projeto nunca foi sobre tijolos, e sim sobre pessoas", finaliza a executiva.

Acompanhe tudo sobre:branded-content

Mais de Mercado Imobiliário

Torre mais alta de Curitiba chega ao 50º andar com VGV de R$ 290 milhões

Na MRV, incorporação volta a dar lucro, mas Resia leva grupo a prejuízo de R$ 1 bi

Vendi imóvel de herança sem fazer inventário. Tenho mais alguma obrigação?

Tenda adota 'produção automotiva' para driblar escassez de mão de obra