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7 momentos emblemáticos da história do product placement

Num cenário cada vez mais “poluído”, fragmentado e multiplataforma, o Product Placement tem se mostrado uma ferramenta cada vez mais poderosa para as marcas

Filme Wayne's World: personagens  usam o humor para criar um product placement descarado, mas em linha com a proposta da “piada” (Reprodução/YouTube)

Filme Wayne's World: personagens usam o humor para criar um product placement descarado, mas em linha com a proposta da “piada” (Reprodução/YouTube)

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Da Redação

Publicado em 12 de agosto de 2014 às 15h06.

São paulo - Se por um lado a iniciativa de introduzir produtos em programas, séries, filmes e novelas apresenta um desafio de altíssimo nível, por outro, num cenário cada vez mais poluído, fragmentado e multiplataforma, o Product Placement (o que a gente costuma chamar por aqui de merchan) tem se mostrado uma ferramenta cada vez mais poderosa para as marcas.

O maior exemplo disso é o uso recorrente em Hollywood, uma onda que ganhou força com a colocação de Reese no filme E.T., de Steven Spielberg, em 1982.

Para promover uma conversa no Twitter sobre a utilização da ferramenta, o Adweek elegeu algumas das mais emblemáticas ações de product placement da história. O Adnews criou uma outra lista. Evidentemente muita coisa ficou de fora, mas o objetivo é apenas ressaltar alguns dos cases e não esgotar o assunto.

Qual é o melhor para você ou que pelo menos deveria estar na lista? Comente depois de acessar a relação abaixo:

Wings - O primeiro premiado 

Product Placement de Hersheys no primeiro filme a ganhar um Oscar. Precisa mesmo dizer por que ele é emblemático e jamais foi esquecido pela indústria do cinema?

//www.youtube.com/embed/85ghWQV___s

007 e suas marcas

A franquia 007, por diversos motivos, é uma aula de placement. Basta observar o histórico intenso de relação das marcas com o irresistível James Bond

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O E.T gosta de balas

Quem não se lembra da cena em que o garotinho Elliot joga as famosas balinhas no chão para atrair o ser de outro planeta? Steven Spielberg, diretor experiente na arte do placement, mostrou de maneira criativa como introduzir a marca numa trama, sem que para isso fosse preciso sacrificar o desenrolar do roteiro.

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Tom Cruise e o famoso Ray-Ban

Em 1983, no filme Negócio Arriscado, Tom Cruise interpreta um estudante do ensino médio, que mora no subúrbio, e que fica sozinho com a casa da família durante todo um final de semana. Seu personagem é tão aficionado pela marca, que tem um pôster em seu quarto, com o modelo Ray-Ban Wayfarer (que mais tarde viria a ser um ícone da década de 1980). A empresa vivia um dos momentos financeiramente mais tensos de sua história, mas teve um boom extraordinário após o sucesso do filme. Não à toa, a marca investiu em Top Gun, também com Tom Cruise.

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Vai um café aí diretor? 

O cinema ajudou em muito a Starbucks a apresentar cada uma de suas lojas como um lugar cordial, caloroso, onde gente ativa, descolada e criativa se encontra para um muffin ou um café na correria do dia-a-dia.

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Superman com Marlboro e Coca-Cola 

Esta cena clássica mostra o namoro dos filmes do super-herói com as marcas. O cenário atual não é diferente. Não à toa, o mais novo longa da franquia (O Homem de Aço - 2013) arrecadou mais 160 milhões de dólares com product placement.

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Quanto Mais Idiota Melhor com Pepsi, Reebok, Pizza Hut entre outras 

Outra cena emblemática. Dessa vez mais cômica, mas com uma enxurrada de marcas em destaque. Mike Myers (Wayne) e Dana Carvey (Garth) usam o humor para criar um product placement descarado, mas em linha com a proposta da piada. Quase uma metalinguagem nesse caso.

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