Minhas Finanças

Celulares são considerados produtos essenciais e têm urgência na troca

Brasília - Os aparelhos celulares passaram a ser considerados produtos essenciais pelos órgãos de defesa do consumidor e com isso, os consumidores podem exigir, de forma imediata, a substituição do produto, a restituição dos calores pagos ou o abatimento do preço num outro aparelho. A nova interpretação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) faz […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h45.

Brasília - Os aparelhos celulares passaram a ser considerados produtos essenciais pelos órgãos de defesa do consumidor e com isso, os consumidores podem exigir, de forma imediata, a substituição do produto, a restituição dos calores pagos ou o abatimento do preço num outro aparelho.

A nova interpretação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) faz parte de nota técnica elaborada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, aprovada na última sexta-feira, em encontro de órgãos de defesa do consumidor, João Pessoa (PB), e divulgada pelo Ministério. "Empresas que não cumprirem o novo entendimento do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor estarão sujeitas a multas de até R$ 3 milhões e medidas judiciais cabíveis", afirma a nota do Ministério. A decisão foi com base no número crescente de reclamações dos consumidores e da indiferença dos setores envolvidos.

Acompanhe tudo sobre:CelularesIndústria eletroeletrônicaConsumidoresJustiçadireito-do-consumidor

Mais de Minhas Finanças

Mega da Virada mobiliza 112 milhões de apostas em prêmio de R$ 1,09 bi

INSS divulga calendário de pagamentos de janeiro de 2026

Veja 10 dicas para conseguir organizar as finanças em 2026

Bolsa Família 2026: Caixa começa a pagar em 19 de janeiro; veja calendário