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Veja quais empresas vão pagar dividendos em maio

Agenda reúne pagamentos de bancos e empresas de diversos setores, entre elas, a Petrobras

Tem ações entre os seus dividendos? Diversas companhias pagarão neste mês proventos em forma de dividendos e JCP (Getty Images/Reprodução)

Tem ações entre os seus dividendos? Diversas companhias pagarão neste mês proventos em forma de dividendos e JCP (Getty Images/Reprodução)

Publicado em 1 de maio de 2026 às 06h00.

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Possui ações entre os seus investimentos? Diversas companhias listadas na B3 já definiram o pagamento de proventos em maio de 2026, distribuindo valores na forma de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas.

Entre os principais destaques do mês estão os grandes bancos. Bradesco e Itaú abrem a temporada de pagamentos de JCP no dia 4 de maio, seguidos pelo Santander, que realiza seu pagamento também na modalidade de juros sobre capital próprio no dia 7 de maio.

Outro destaque do calendário é a Petrobras (PETR3 e PETR4), que realiza pagamento de JCP no dia 20 de maio.

Em abril, a estatal informou que o valor total a ser distribuído, considerando a atualização monetária até a data de corte, é de R$ 0,65252818 por ação ordinária e preferencial. Desse montante, a primeira parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação, será paga em 20 de maio, integralmente sob a forma de juros sobre capital próprio.

Já a segunda parcela, no valor de R$ 0,32626409 por ação ordinária e preferencial em circulação, será paga em 22 de junho, também na forma de JCP.

A agenda do mês também inclui empresas de diferentes setores, como Embraer e Magazine Luiza, ampliando o leque de companhias que remuneram seus acionistas no período.

Para garantir o recebimento dos proventos, é importante que o investidor esteja atento à chamada “data com”, conhecida como data de corte. Apenas aqueles que detinham posição nas ações até as datas estabelecidas por cada empresa terão direito aos pagamentos.

Vale lembrar que os JCP estão sujeitos à incidência de Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos podem ser tributados em 10% na fonte caso ultrapassem o total de R$ 50 mil mensais.

A agenda de proventos pode ser atualizada ao longo do mês, conforme novas comunicações forem divulgadas pelas empresas ao mercado.

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