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US$ 117,4 bilhões deixam de circular com bolsas fechadas

Bolsas americanas ficaram fechadas ontem e hoje por conta da chegada do furacão Sandy à Nova York


	Bolsas americanas vão voltar a operar nesta quarta-feira, após 2 dias fechadas
 (Mario Tama/ Getty Images)

Bolsas americanas vão voltar a operar nesta quarta-feira, após 2 dias fechadas (Mario Tama/ Getty Images)

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Beatriz Souza

30 de outubro de 2012, 14h16

São Paulo -A paralisação das bolsas americanas faz com que deixem de circular 117,4 bilhões de dólares por dia, levando em conta as 1225 empresas acompanhadas pela consultoria brasileira Economatica. Embora 8 mil empresas têm ações negociadas nas bolsas, as companhias da análise representam 90% do valor de mercado de todo o mercado dos EUA.

Só com a Apple, ação mais negociada dos EUA, deixam de circular 10,8 bilhões de dólares por dia. A segunda ação mais negociada é a do Google, com 1,99 bilhão de dólares por dia.

Se só as 10 empresas mais negociadas nas bolsas americanas forem levadas em conta, cerca de 40,8 bilhões de dólares deixaram de ser negociados nesses dois dias em que Wall Street esteve fechada.

Os mercados de ações e opções dos Estados Unidos ficaram fechados nesta segunda-feira e terça-feira devido à chegada do Furacão Sandy à região de Nova York. Segundo a Administração Nacional Atmosférica e Oceânica, a tempestade pode ser a maior que já atingiu os Estados Unidos.

O chefe de operações da NYSE Euronext, Larry Leibowitz, afirmou nesta terça-feira que pretende reabrir os mercados na quarta-feira em seu horário habitual, mas também está testando seu plano de contingência "apenas para garantir".

É a primeira vez desde os atentados de 11 de setembro de 2001 que as bolsas americanas não ficavam fechada de forma não programada por tanto tempo seguido. Segundo a NYSE, a última vez que seu pregão físico foi suspenso por motivos climáticos foi em setembro de 1985, quando o furacão Gloria passou pela cidade.