Mercados

Tóquio cai 1,5%, influenciada por commodities e iene

Nikkei chegou a baixar 145 pontos no pregão, devolvendo ganhos anteriores

Inesperado aumento dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA também contribuiu para deprimir as expectativas de investidores no Japão (Getty Images)

Inesperado aumento dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA também contribuiu para deprimir as expectativas de investidores no Japão (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 6 de maio de 2011 às 07h23.

Tóquio - A forte queda dos preços das commodities, especialmente petróleo e ouro, bem como a valorização do iene, exerceram intensa pressão negativa sobre a Bolsa de Tóquio, com grandes perdas nas ações de Inpex, Toyota, Canon e outros pesos pesados. O índice Nikkei 225 baixou 145,0 pontos, ou 1,5%, e fechou aos 9.859,20 pontos, devolvendo praticamente todo o ganho de 1,6% da última segunda-feira, quando o mercado ainda refletia o otimismo que se seguiu à morte de Osama Bin Laden. A bolsa japonesa esteve fechada de terça a quinta-feira por causa de um feriado.

Já na abertura o Nikkei caiu abruptamente, chegando à mínima intraday de 9.782,66 pontos na primeira meia hora de pregão. Um inesperado aumento dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA também contribuiu para deprimir as expectativas em relação aos números sobre o mercado de trabalho norte-americano, que serão divulgados nesta sexta-feira. "Até agora, os investidores se concentraram basicamente nas notícias positivas, mas os dados do seguro-desemprego os trouxeram de volta à realidade", disse Hideyuki Ishiguro, estrategista da Okasan Securities. Ele alertou que há uma "disposição geral para apertar a oferta de dinheiro no mundo". As informações são da Dow Jones

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaMetrópoles globaisbolsas-de-valoresAçõesMercado financeiroJapãoTóquioNikkei

Mais de Mercados

Justiça paralisa operações da Vale em MG e impõe multa diária de R$ 100 mil

Ibovespa opera estável com 'blue chips' no zero a zero

IPOs nos EUA podem bater US$ 160 bilhões em 2026, diz Goldman Sachs

Capacidade das empresas de pagar dívidas piorou — e não foi só no Brasil