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Tam e Lan operam em alta após decisão favorável no Chile

O tribunal chileno aprovou a fusão das duas empresas

A Tam subia 4,9%, às 13:12, para R$ 38,47 em São Paulo. Logo após o anúncio, a ação chegou a subir 12%, maior variação desde 13 de agosto de 2010 (Divulgação)

A Tam subia 4,9%, às 13:12, para R$ 38,47 em São Paulo. Logo após o anúncio, a ação chegou a subir 12%, maior variação desde 13 de agosto de 2010 (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de setembro de 2011 às 14h09.

São Paulo e Santiago - A Lan Airlines SA, maior companhia aérea da América Latina em valor de mercado, e a brasileira Tam SA operam em alta após um tribunal chileno aprovar a fusão das duas empresas.

A Tam subia 4,9 por cento, às 13:12, para R$ 38,47 em São Paulo. Logo após o anúncio, a ação chegou a subir 12 por cento, maior variação desde 13 de agosto de 2010. No mesmo horário, a Lan tinha alta de 1,2 por cento, para 13.180 pesos chilenos.

O Tribunal de Defensa de la Competencia, conhecido como TDLC, aprovou a compra da Tam pela Lan com restrições, incluindo o compromisso de não elevar preços na rota São Paulo-Santiago, segundo comunicado enviado por e-mail.

“Nosso cenário base inclui uma decisão positiva”, disse a corretora do Banco de Credito & Inversiones em relatório enviado por e-mail antes do anúncio do TDLC. “No entanto, possíveis medidas de mitigação podem ser mais severas que as acordadas anteriormente” com o Fiscal Nacional Económico, disse o relatório.

O órgão regulador de controle de concorrência do Brasil deve votar o caso no final de outubro ou início de novembro.

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA, segunda maior companhia aérea do Brasil em valor de mercado, subia 5,5 por cento, para R$ 12,66, após dizer que recebeu ontem aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil para concluir a compra da Webjet Linhas Aéreas SA. O negócio ainda precisa ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

A Embraer SA, a quarta maior fabricante de aviões do mundo, subia 7,3 por cento, para R$ 12,16, a maior cotação desde 22 de junho. A empresa disse hoje que espera que a demanda por jatos regionais em todo o mundo seja de US$ 320 bilhões, o equivalente a 7.225 aviões, entre 2011 e 2030, segundo relatório publicado no website da empresa. Em julho, a empresa previa demanda de US$ 200 bilhões.

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