Mercados

Siderúrgicas da Índia podem elevar preços em abril

Nova Délhi - As siderúrgicas indianas poderão ter que elevar os preços de seus produtos no próximo ano fiscal, que começa em 1 de abril, para compensar um esperado aumento dos custos com carvão de coque e minério de ferro. A informação foi dada hoje pelo diretor de compras da Tata Steel, Amitabh Panda.   […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h44.

Nova Délhi - As siderúrgicas indianas poderão ter que elevar os preços de seus produtos no próximo ano fiscal, que começa em 1 de abril, para compensar um esperado aumento dos custos com carvão de coque e minério de ferro. A informação foi dada hoje pelo diretor de compras da Tata Steel, Amitabh Panda.

"Os preços do minério de ferro e do carvão de coque na Índia tomam como referência os preços globais. Há uma grande preocupação entre as siderúrgicas sobre o quanto essas cotações vão subir", disse Panda. "As siderúrgicas têm de repassar esses custos aos compradores". Segundo ele, as margens de lucro das companhias ficarão pressionadas se os aumentos não ocorrerem.

O minério de ferro e o carvão de coque podem subir de 35% a 55% no ano fiscal de 2010, já que a forte demanda da China e da Índia compensa a baixa procura dos EUA, da Europa e do Japão. "A maior parte das siderúrgicas indianas ainda negocia com os fornecedores de matérias-primas. Elas estão, no entanto, surpresas com esses custos elevados das matérias-primas, já que a produção de aço nos países desenvolvidos permanece deprimida", disse Panda. A Tata Steel tem minas próprias de minério de ferro, mas importa carvão. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:Siderurgia e metalurgiaÁsiaPreçosÍndiaIndústria

Mais de Mercados

Efeito Copa na bolsa: ações sobem no país que vence o torneio, revela estudo

Seguro-desemprego nos EUA e discursos do BCE e Fed: o que move os mercados

As bolsas funcionam hoje? Entenda o funcionamento dos mercados no Corpus Christi

Ibovespa cai mais de 2% com mercado cético sobre corte de juros; dólar sobe para R$ 5,07