Mercados

Priner pode fazer IPO ainda em 2017, diz executivo

Antiga divisão industrial da Mills, a Priner é especializada em pintura industrial, tratamento de superfície e isolamento térmico

B3: "Este é o primeiro passo para que a empresa se prepare em assuntos como auditoria e governança", disse o sócio-fundador da gestora Leblon Equities (Paulo Whitaker/Reuters)

B3: "Este é o primeiro passo para que a empresa se prepare em assuntos como auditoria e governança", disse o sócio-fundador da gestora Leblon Equities (Paulo Whitaker/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 15 de maio de 2017 às 16h41.

São Paulo - A empresa carioca de serviços industriais Priner pediu registro de companhia aberta e pode ainda neste ano realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), disse nesta segunda-feira um executivo da controladora da companhia.

"Este é o primeiro passo para que a empresa se prepare em assuntos como auditoria e governança", disse à Reuters Marcelo Mesquita, sócio-fundador da gestora Leblon Equities, que administra o fundo de private equity que comprou 100 por cento da Priner em 2013.

Antiga divisão industrial da Mills, empresa de estruturas metálicas que já chegou a ser listada na bolsa paulista, a Priner é especializada em pintura industrial, tratamento de superfície e isolamento térmico.

Ela atende empresas de papel e celulose, petroquímica, siderurgia, naval e de mineração.

Segundo Mesquita, algumas operações de fusões com a Priner podem acontecer nos próximos meses, como forma de a companhia ganhar maior robustez e levar adiante uma operação que a permita se listar no Novo Mercado, nível mais alto de governança da B3.

"Eu gostaria que fosse o mais rápido possível, mas vamos buscar um tamanho de oferta que o mercado queira", disse Mesquita.

Acompanhe tudo sobre:Empresas brasileirasServiçosRio de JaneiroIPOs

Mais de Mercados

Fusão Paramount-Warner deve resultar em dívida de quase US$ 80 bilhões

Ibovespa acompanha NY e sobe 1,22% com bancos e Vale; dólar cai para R$ 5,12

Micron anuncia US$ 250 bi em investimentos nos EUA e ação dispara mais de 7%

Sem ganhos no ano, as 'Sete Magníficas' ficam atrás de 300 ações do S&P 500